Introdução
Isaque, filho de Abraão, e também filho da promessa de Deus, era um homem tranqüilo e confiante. Seu nome não está associado a grandes lutas ou a eventos majestosos. Porém, foi alguém que conquistou grandes coisas por meio de sua espiritualidade. Aprendamos com ele.
1- Conquistando Uma Família – “Saíra Isaque a meditar no campo... também Rebeca levantou os olhos, e, vendo a Isaque, apeou do camelo.” Gn. 24:63-64; “Isaque orou ao Senhor por sua mulher, porque ela era estéril; e o Senhor lhe ouviu as orações, e Rebeca, sua mulher, concebeu.” – Gn. 25:21
Quando Isaque conheceu aquela que viria a ser sua esposa, ele estava orando no campo, ao cair da tarde. Casando-se com Rebeca aos 40 anos de idade, orou por ela durante 20 anos para que ela pudesse gerar filhos, porque era estéril; e Deus ouviu suas orações persistentes. Tanto a esposa quanto os filhos foram conquistas espirituais.
Devemos adotar o hábito de orar por nossa família todos os dias. Há conquistas a serem realizadas no âmbito familiar, como, por exemplo, a estabilidade emocional da esposa ou a cura para possíveis traumas dos filhos. Podemos também colocar em oração os projetos de aquisição de casa própria ou o suprimento de alguma necessidade especial.
2- Conquistando a Prosperidade – “Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o Senhor o abençoava.” – Gn. 26:12
Mesmo em tempo de fome e escassez, Isaque prosperou grandemente. Tal bênção foi conseqüência de ter obedecido a Deus, não descendo ao Egito para se refugiar ali (Gn. 26:2). Para nós, não descer ao Egito significa não abrir mão dos princípios bíblicos que devem reger nossas ações. Isaque também foi abençoado porque teve a atitude de semear mesmo em tempo de crise. Ele não olhou as circunstâncias desfavoráveis para o plantio, antes, olhou para Deus que prometera abençoá-lo. Naquele ano ele colheu cem vezes mais, “enriqueceu-se o homem, prosperou, ficou riquíssimo.” – Gn. 26:13
Se andarmos nos princípios bíblicos estabelecidos por Deus, certamente prosperaremos. Devemos nos apartar da mentira, dos negócios ilícitos, da sonegação de impostos, etc. Importa também aplicar a lei da semeadura. Quando ajudamos os pobres, ofertamos e entregamos nossos dízimos na igreja, investimos na propagação do evangelho pelo mundo, além de suprir as necessidades familiares, então, estamos lançando boas sementes que frutificarão e nos devolverão uma prosperidade maior ainda.
3 - Conquistando a Amplitude – “Partindo dali, cavou ainda outro poço; e, como por esse não contenderam, chamou-lhe Reobote e disse: Porque agora nos deu lugar o Senhor, e prosperaremos na terra.” – Gn. 26:22
Isaque já era muito próspero, mas faltava-lhe um lugar onde pudesse morar e estabelecer sua família e bens. Esse lugar teria de ser farto em água para suprir a necessidade do rebanho. Movidos de inveja por causa da prosperidade de Isaque, os filisteus entulharam todos os poços que os servos de Abraão haviam cavado. Eles queriam acabar com as fontes de suprimento de Isaque. Foi então que ele tornou a cavá-los. O primeiro poço, depois de pronto, gerou “Contenda” porque os pastores de Gerar o cobiçaram. Isaque abriu mão desse poço e partiu para outro. O segundo, gerou “Inimizade” porque também foi alvo de cobiça. Isaque, então, cavou um terceiro poço ao qual chamou de “Amplitude”, porque acerca desse, não houve contenda; enfim, poderia se estabelecer naquela terra e crescer ainda mais.
A amplitude se alcança quando vencemos os obstáculos colocados por aqueles que querem entulhar nossos poços e sujar nossas fontes. Quando fugimos da contenda e nos apartamos das inimizades, conservando sempre um coração puro, então Deus nos leva a uma prosperidade maior ainda. Muitas pessoas alcançam riquezas materiais à custa de brigas e dissensão. Não há paz interior. Essa prosperidade é falsa e inútil. Precisamos buscar, acima de tudo, a amplitude interior de um coração puro e voltado para as coisas de Deus.
4- Conquistando e Conservando a Visão Espiritual – “Pela fé, igualmente Isaque abençoou a Jacó e a Esaú, acerca de coisas que ainda estavam para vir.” – Hebreus 11:20
Isaque morreu aos 180 anos, aparentemente com saúde frágil e totalmente cego na última fase da vida. Apesar dessa debilidade, ele foi destacado na chamada “galeria dos heróis da fé”, descrita em Hebreus 11, justamente pelo que fez nesse tempo de cegueira e fraqueza física. Ele abençoou seus filhos com uma visão espiritual excelente. Falou de coisas que ainda estavam para acontecer com muita propriedade, demonstrando assim que seu problema era apenas de ordem física e não espiritual (Gn. 27:28, 29, 39 e 40). Isaque, apesar de também ter falhado em alguns momentos, terminou seus dias na terra conservando sua integridade e sua visão espiritual. Já ouvimos a frase: “O mais importante não é como você começa, mas como você termina.” Isaque terminou seus dias conservando sua visão espiritual e conquistando, pela fé, acesso ao reino celestial.
Lutar para conservar a integridade deve ser um desafio permanente. Chegar ao fim da vida mantendo ainda uma visão espiritual, é, sem dúvida, um grande troféu. Muitos se desviaram, enveredando-se pelo caminho mau da desonestidade ou cobiça. Por causa disso tornaram-se cegos quanto às coisas de Deus. Devemos continuar caminhando em direção ao final da vida com os olhos bem abertos; não nos deixando cegar pela cobiça do presente século.
A fidelidade de Deus e a mansidão de Isaque, fizeram desse homem um grande conquistador.
“Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra.” – Mateus 5:5
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Sara e o Poder de Frutificação
Introdução
Há algumas virtudes desenvolvidas no decorrer da vida que ajudam a abrir portas espirituais de bênção sobre o indivíduo e sua família. Na Bíblia, além da passagem citada acima, há outras referências ao caráter de Sara que fazem dela uma mulher especial, digna de nota.
Sara era mulher de Abraão. Ambos receberam a promessa de um filho, sendo ela estéril e já de idade avançada. Mas, aos 90 anos, cumpriu-se a promessa para alegria sua, de Abraão e de toda a sua posteridade. Quais virtudes de Sara podemos destacar?
1- A Fé – Hebreus 11:11a diz: “Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe...”
Sua primeira virtude foi a de crer contra todas as evidências humanas. Além da idade avançada ela era estéril. No entanto, sua fé a levou a uma dimensão espiritual onde todas as coisas são possíveis. Sua fé gerou nela poder para ser mãe e conforme ela conseguia ver assim ela se tornou: mãe de multidões.
A mulher de hoje precisa de fé constante para não andar conforme o que vê neste mundo material. Tal fé fará dela uma pessoa muito especial pela capacidade de transformar situações difíceis em oportunidade para ver o sobrenatural agindo. Ela terá condições de fazer do seu lar um lugar de esperança e de possibilidades, ao invés de se deixar levar pela visão derrotista que para nada serve.
2- O Conhecimento de Deus – Hebreus 11:11b diz: “...pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa.”
Sara conhecia o caráter íntegro de Deus porque também andava com Ele. Ela sabia que o Senhor era fiel porque tinha intimidade com Ele. O poder de frutificação nela operado estava relacionado essencialmente à sua relação de comunhão com o Senhor que lhe fizera a promessa.
O conhecimento de Deus fará dela uma pessoa livre. Muitas se sentem reféns de seus próprios maridos ou das pessoas que querem subjugá-la. Mas quando se deparam com os atributos do Senhor, tranqüilizam seus corações e entregam seus temores nas mãos de Quem é Fiel.
3- O Adorno Interior do Coração – I Pedro 3:3-4 diz: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior...seja, porém, o homem interior do coração...”
Essa passagem bíblica refere-se à Sara e a outras mulheres idôneas. Conforme o texto, Sara estava preocupada em crescer no seu interior. Ela buscava uma beleza não passageira nem frívola, mas algo que a enobrecesse como pessoa pelo que possuía em seu interior e não no exterior.
A mulher de Deus busca crescer no seu interior. Através da leitura e da meditação na Palavra ela vai gradualmente se renovando interiormente. Ela também busca se conhecer melhor, corrigindo as falhas que descobriu e aperfeiçoando as virtudes.
4- O Espírito Manso e Tranqüilo – I Pedro 3:4 diz: “...unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus.”
Sara demonstrou mansidão e tranqüilidade em várias ocasiões de sua vida. Quando Deus pediu ao seu esposo que saísse de sua terra e da sua parentela, ela o acompanhou sem questionar. Quando Deus pediu o filho Isaque em sacrifício, ela não interferiu. Quando Abraão a expôs ao perigo no Egito querendo que ela se passasse por sua irmã em vez de esposa, ela também se submeteu com tranqüilidade. Com exceção do que aconteceu entre ela e Agar, em nenhum outro momento a vemos perturbada ou reclamando contra Deus ou contra seu esposo.
A mansidão e a tranqüilidade serão fundamentais para a sobrevivência num mundo violento e turbulento. Violência gera violência, mas a mansidão faz cessar o espírito bélico. A tranqüilidade, por sua vez, será apenas a exteriorização da fé do coração. Uma fé interior inabalável que se manifesta através de um semblante tranqüilo, mesmo em meio à lutas.
5- A Espera em Deus – I Pedro 3:5 diz: “Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus...”
Sara precisou desenvolver a capacidade de esperar em Deus para todas as coisas. Num certo momento ela se impacientou oferecendo sua serva para ter um filho com seu esposo em seu lugar. Isso lhe trouxe problemas mas serviu para trabalhar a habilidade de esperar em Deus. Ela descobriu que tentar fazer as coisas do modo humano não funciona. O tempo e o modo do Senhor são mais seguros e eficientes.
Ela espera em Deus pelas coisas que almeja sem se desanimar. Espera pela conversão de sua casa ou pela realização do sonho pessoal. Ela pode ter de esperar por muitas coisas, mas tem de aprender a esperar em Deus. Enquanto espera por algo ela é alimentada pelo Senhor. Não é uma espera solitária, mas sim, em Deus.
6- A Submissão e Obediência – I Pedro 3:5 diz: “...estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão...”
Sara sabia que não tinha um marido perfeito. Abraão, por medo, colocou a vida dela em risco no Egito (Gn. 12:10-20). Mas também sabia que a sua submissão só lhe trazia proteção e segurança da parte de Deus. O Senhor a protegeu no erro de Abraão, e isso também lhe serviu de experiência de que os que se submetem aos princípios divinos serão por Ele respaldados.
A submissão e a obediência ao marido ou aos pais, se for solteira, fará com que um escudo de proteção seja sobre ela, sempre. Essas atitudes não tem por objetivo levá-la à escravidão, pelo contrário. É certo que muitos homens se aproveitam para subjugá-la, mas eles serão subjugados pelo Senhor deles, Jesus Cristo. Os maridos, porém, que entendem o seu papel, se utilizarão da submissão feminina para protegê-la e manifestar afeto, assim como Cristo fez pela igreja, amando-a e entregando-se a Si mesmo por ela.
7- A Confiança Interior – I Pedro 3:6 diz: “...da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.”
Como dissemos acima, Sara aprendeu a andar sobre os princípios da Palavra. Fazendo assim, ainda que seu marido se equivocasse em alguma coisa, ela, porém, seria preservada. Sara possuía uma confiança interior baseada não nos acertos de seu esposo, mas na fidelidade soberana do Senhor.
Ela não teme nenhuma perturbação. Venham os vendavais da vida ou tribulações tão comuns de tempos em tempos. Ela está firme na confiança em Deus. Ela sabe que sempre haverá uma saída indicada pelo Senhor, e, por isso, não se abala.
Sara desenvolveu essas virtudes durante a sua vida, especialmente enquanto aguardava o cumprimento da promessa de um filho. Seu corpo não foi o único a receber poder de frutificação. Percebemos pela lição de hoje que antes do corpo, seu interior foi o primeiro foco divino.
Há algumas virtudes desenvolvidas no decorrer da vida que ajudam a abrir portas espirituais de bênção sobre o indivíduo e sua família. Na Bíblia, além da passagem citada acima, há outras referências ao caráter de Sara que fazem dela uma mulher especial, digna de nota.
Sara era mulher de Abraão. Ambos receberam a promessa de um filho, sendo ela estéril e já de idade avançada. Mas, aos 90 anos, cumpriu-se a promessa para alegria sua, de Abraão e de toda a sua posteridade. Quais virtudes de Sara podemos destacar?
1- A Fé – Hebreus 11:11a diz: “Pela fé, também, a própria Sara recebeu poder para ser mãe...”
Sua primeira virtude foi a de crer contra todas as evidências humanas. Além da idade avançada ela era estéril. No entanto, sua fé a levou a uma dimensão espiritual onde todas as coisas são possíveis. Sua fé gerou nela poder para ser mãe e conforme ela conseguia ver assim ela se tornou: mãe de multidões.
A mulher de hoje precisa de fé constante para não andar conforme o que vê neste mundo material. Tal fé fará dela uma pessoa muito especial pela capacidade de transformar situações difíceis em oportunidade para ver o sobrenatural agindo. Ela terá condições de fazer do seu lar um lugar de esperança e de possibilidades, ao invés de se deixar levar pela visão derrotista que para nada serve.
2- O Conhecimento de Deus – Hebreus 11:11b diz: “...pois teve por fiel aquele que lhe havia feito a promessa.”
Sara conhecia o caráter íntegro de Deus porque também andava com Ele. Ela sabia que o Senhor era fiel porque tinha intimidade com Ele. O poder de frutificação nela operado estava relacionado essencialmente à sua relação de comunhão com o Senhor que lhe fizera a promessa.
O conhecimento de Deus fará dela uma pessoa livre. Muitas se sentem reféns de seus próprios maridos ou das pessoas que querem subjugá-la. Mas quando se deparam com os atributos do Senhor, tranqüilizam seus corações e entregam seus temores nas mãos de Quem é Fiel.
3- O Adorno Interior do Coração – I Pedro 3:3-4 diz: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior...seja, porém, o homem interior do coração...”
Essa passagem bíblica refere-se à Sara e a outras mulheres idôneas. Conforme o texto, Sara estava preocupada em crescer no seu interior. Ela buscava uma beleza não passageira nem frívola, mas algo que a enobrecesse como pessoa pelo que possuía em seu interior e não no exterior.
A mulher de Deus busca crescer no seu interior. Através da leitura e da meditação na Palavra ela vai gradualmente se renovando interiormente. Ela também busca se conhecer melhor, corrigindo as falhas que descobriu e aperfeiçoando as virtudes.
4- O Espírito Manso e Tranqüilo – I Pedro 3:4 diz: “...unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus.”
Sara demonstrou mansidão e tranqüilidade em várias ocasiões de sua vida. Quando Deus pediu ao seu esposo que saísse de sua terra e da sua parentela, ela o acompanhou sem questionar. Quando Deus pediu o filho Isaque em sacrifício, ela não interferiu. Quando Abraão a expôs ao perigo no Egito querendo que ela se passasse por sua irmã em vez de esposa, ela também se submeteu com tranqüilidade. Com exceção do que aconteceu entre ela e Agar, em nenhum outro momento a vemos perturbada ou reclamando contra Deus ou contra seu esposo.
A mansidão e a tranqüilidade serão fundamentais para a sobrevivência num mundo violento e turbulento. Violência gera violência, mas a mansidão faz cessar o espírito bélico. A tranqüilidade, por sua vez, será apenas a exteriorização da fé do coração. Uma fé interior inabalável que se manifesta através de um semblante tranqüilo, mesmo em meio à lutas.
5- A Espera em Deus – I Pedro 3:5 diz: “Pois foi assim também que a si mesmas se ataviaram, outrora, as santas mulheres que esperavam em Deus...”
Sara precisou desenvolver a capacidade de esperar em Deus para todas as coisas. Num certo momento ela se impacientou oferecendo sua serva para ter um filho com seu esposo em seu lugar. Isso lhe trouxe problemas mas serviu para trabalhar a habilidade de esperar em Deus. Ela descobriu que tentar fazer as coisas do modo humano não funciona. O tempo e o modo do Senhor são mais seguros e eficientes.
Ela espera em Deus pelas coisas que almeja sem se desanimar. Espera pela conversão de sua casa ou pela realização do sonho pessoal. Ela pode ter de esperar por muitas coisas, mas tem de aprender a esperar em Deus. Enquanto espera por algo ela é alimentada pelo Senhor. Não é uma espera solitária, mas sim, em Deus.
6- A Submissão e Obediência – I Pedro 3:5 diz: “...estando submissas a seu próprio marido, como fazia Sara, que obedeceu a Abraão...”
Sara sabia que não tinha um marido perfeito. Abraão, por medo, colocou a vida dela em risco no Egito (Gn. 12:10-20). Mas também sabia que a sua submissão só lhe trazia proteção e segurança da parte de Deus. O Senhor a protegeu no erro de Abraão, e isso também lhe serviu de experiência de que os que se submetem aos princípios divinos serão por Ele respaldados.
A submissão e a obediência ao marido ou aos pais, se for solteira, fará com que um escudo de proteção seja sobre ela, sempre. Essas atitudes não tem por objetivo levá-la à escravidão, pelo contrário. É certo que muitos homens se aproveitam para subjugá-la, mas eles serão subjugados pelo Senhor deles, Jesus Cristo. Os maridos, porém, que entendem o seu papel, se utilizarão da submissão feminina para protegê-la e manifestar afeto, assim como Cristo fez pela igreja, amando-a e entregando-se a Si mesmo por ela.
7- A Confiança Interior – I Pedro 3:6 diz: “...da qual vós vos tornastes filhas, praticando o bem e não temendo perturbação alguma.”
Como dissemos acima, Sara aprendeu a andar sobre os princípios da Palavra. Fazendo assim, ainda que seu marido se equivocasse em alguma coisa, ela, porém, seria preservada. Sara possuía uma confiança interior baseada não nos acertos de seu esposo, mas na fidelidade soberana do Senhor.
Ela não teme nenhuma perturbação. Venham os vendavais da vida ou tribulações tão comuns de tempos em tempos. Ela está firme na confiança em Deus. Ela sabe que sempre haverá uma saída indicada pelo Senhor, e, por isso, não se abala.
Sara desenvolveu essas virtudes durante a sua vida, especialmente enquanto aguardava o cumprimento da promessa de um filho. Seu corpo não foi o único a receber poder de frutificação. Percebemos pela lição de hoje que antes do corpo, seu interior foi o primeiro foco divino.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Abraão e o Caminho da Fé
Introdução
Abraão foi conhecido na Bíblia como o Pai da Fé. Sua história de vida foi marcada por atos de fé que viabilizaram a concretização dos projetos de redenção para a humanidade. Como homens de Deus queremos aprender com ele.
1 - Fé Para Ouvir e Obedecer a Deus – Gn. 12:1 diz: “Ora, o Senhor disse a Abrão...Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” e 12:4a: “Partiu, pois, Abrão, como o Senhor lhe ordenara...”
Deus falou com Abraão e ele ouviu a Sua voz. Ouvir a voz divina é, sem dúvida, a experiência mais importante que um homem pode registrar em sua vida. Todo o encaminhamento que Abraão teve para si e para sua família foi a partir de uma experiência com a Palavra de Deus falada ao seu coração.
O Homem de Deus precisa se habituar a ouvir a voz divina. O Senhor fala de diversas formas. Por meio da Bíblia Ele nos revela Seu plano maravilhoso de redenção. Através da oração Ele fala ao nosso coração, consolando e direcionando. Ele também desperta a nossa consciência quando erramos para que corrijamos nossos atos. Ele fala suavemente ao nosso espírito mostrando o caminho que devemos seguir.
2 - Fé Para se Desprender das Origens – Gn 12:1 diz: “Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.”
De nada adiantaria ouvir a voz de Deus se não houvesse disposição para obedecer. O Senhor lhe pediu que houvesse um rompimento com as origens pagãs. Tera, pai de Abraão, servia a outros deuses (Josué 24:2). Para ser abençoado, Abraão precisava romper espiritualmente com os deuses a quem serviram seus pais.
As maldições precisam ser quebradas para que haja frutificação. Romper com os velhos hábitos pecaminosos se faz necessário para que agrademos ao Senhor. O rompimento não é com a família, mas com os seus deuses. Devemos continuar honrando e valorizando nossos entes queridos, mas servir unicamente a Deus.
3 - Fé Para Edificar Altares – Gn. 12:7 diz: “Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: À tua semente darei esta terra. Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.”
O altar na época de Abraão representava um lugar para adorar a Deus. Hoje não precisamos de altares feitos por mãos humanas porque o Senhor já edificou um altar em nossos corações. Podemos adorar a Deus em nosso espírito (João 4:24). Abraão passou por lugares especiais e os consagrou levantando ali um altar de adoração. Hoje, podemos fazer do nosso lar, do nosso local de trabalho e da nossa igreja, lugares onde o Senhor será honrado e adorado.
Posso ser um adorador onde estiver plantado. O meu lar deve ser o principal lugar para se invocar a Deus, de onde extirparei toda a sorte de mal, contenda, irritação, gritaria e blasfemia. Posso estender essa adoração para o trabalho, para escola, para os relacionamentos, entendendo que o Senhor quer ser glorificado em cada área da minha vida.
4 - Fé Para se Desprender das Coisas Materiais – Gn. 13:9 diz: “Porventura não está toda a terra diante de ti? Rogo-te que te apartes de mim. Se tu escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, irei eu para a esquerda.”
Quando Abraão e Ló precisaram se separar por causa da contenda entre os seus pastores, Abraão não demonstrou ganância sentindo-se no direito de escolher a melhor parte. Pelo contrário, deixou a escolha por conta de Ló. Ele sabia que Deus o abençoaria de uma forma ou outra; e esse princípio ele demonstrou em toda a sua vida.
A minha vida deve ser vivida sem ganância. Meus olhos devem estar voltados para o Senhor que prometeu não desamparar-me. Como Abraão foi um exemplo de dizimista, eu devo seguir seu modelo (Gn. 14:20).
5 - Fé Para o Quebrantamento – Gn. 13:4 diz: “até o lugar do altar, que dantes ali fizera; e ali invocou Abrão o nome do Senhor.”
Abraão tinha acabado de passar por uma situação de vergonha, conseqüência de um erro cometido. Ele havia pedido para que sua mulher dissesse que era sua irmã com medo de morrer nas mãos dos egípcios. Repreendido por Faraó, Abraão voltou ao mesmo lugar onde edificara um altar de adoração a Deus. Ele soube voltar ao lugar de onde não deveria ter saído. O seu coração quebrantado lhe garantiu um caminhar seguro diante de Deus.
Arrependimento e quebrantamento diante de Deus são chaves essenciais para a liberação das bênçãos prometidas. Saber voltar ao lugar de origem e reconhecer que errou na escolha do caminho, demonstram um coração sábio e ensinável. É nessa hora que vamos pedir perdão a quem ofendemos e nos reconciliar com o Senhor, contra quem pecamos.
6 - Fé Para Guerrear por Sua Família – Gn. 14:14 diz: “Ouvindo, pois, Abrão que seu irmão estava preso, levou os seus homens, treinados, nascidos em sua casa, em número de trezentos e dezoito, e perseguiu os reis até Dã.”
Ló, sobrinho de Abraão, havia sido levado cativo juntamente com o povo de Sodoma. Quando Abraão soube disso logo providenciou um meio de resgatá-lo. O senso de aliança que Abraão possuía era tão forte que o sobrinho era como se fosse o próprio irmão. Ele tinha de guerrear por ele como o faria por qualquer um de sua casa.
Lutar pela preservação da nossa casa é um dos papéis mais importantes a desenvolver. Ter uma esposa feliz, filhos sem traumas, e uma família que se sente segura e protegida por nós, por si só, já é um grande galardão. Às vezes teremos de lutar como leões para que ninguém invada sorrateiramente nosso arraial para destruí-lo. Os invasores podem ser as drogas, as más influências, as preocupações excessivas, etc.
7 - Fé Para Honrar a Deus Acima de Tudo – Gn. 22:16 diz: “e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho...”
Isaque era o filho da promessa e o bem mais precioso que Abraão possuía, depois da sua esposa. O Senhor decide provar o coração de Abraão, pedindo seu filho em sacrifício. O homem de Deus obedece e leva seu unigênito ao lugar indicado. Depois de tudo pronto ele levanta o cutelo para o sacrifício mas imediatamente é impedido pelo próprio Senhor. Pronto! Ele já havia dado provas suficientes de que Deus era realmente o primeiro em sua vida, não negando-lhe nem o único filho.
Acima de tudo deve estar o Senhor. Acima de mim mesmo ou da minha própria família, deve estar o Senhor. Quando O substituímos por qualquer outra coisa, certamente veremos o efeito negativo dessa inversão de valores. Mas quando O honramos acima de tudo, Ele é fiel e também nos honrará em nosso caminhar.
Através desses atos Abraão demonstrou sua fé.
Abraão foi conhecido na Bíblia como o Pai da Fé. Sua história de vida foi marcada por atos de fé que viabilizaram a concretização dos projetos de redenção para a humanidade. Como homens de Deus queremos aprender com ele.
1 - Fé Para Ouvir e Obedecer a Deus – Gn. 12:1 diz: “Ora, o Senhor disse a Abrão...Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.” e 12:4a: “Partiu, pois, Abrão, como o Senhor lhe ordenara...”
Deus falou com Abraão e ele ouviu a Sua voz. Ouvir a voz divina é, sem dúvida, a experiência mais importante que um homem pode registrar em sua vida. Todo o encaminhamento que Abraão teve para si e para sua família foi a partir de uma experiência com a Palavra de Deus falada ao seu coração.
O Homem de Deus precisa se habituar a ouvir a voz divina. O Senhor fala de diversas formas. Por meio da Bíblia Ele nos revela Seu plano maravilhoso de redenção. Através da oração Ele fala ao nosso coração, consolando e direcionando. Ele também desperta a nossa consciência quando erramos para que corrijamos nossos atos. Ele fala suavemente ao nosso espírito mostrando o caminho que devemos seguir.
2 - Fé Para se Desprender das Origens – Gn 12:1 diz: “Sai-te da tua terra, da tua parentela, e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei.”
De nada adiantaria ouvir a voz de Deus se não houvesse disposição para obedecer. O Senhor lhe pediu que houvesse um rompimento com as origens pagãs. Tera, pai de Abraão, servia a outros deuses (Josué 24:2). Para ser abençoado, Abraão precisava romper espiritualmente com os deuses a quem serviram seus pais.
As maldições precisam ser quebradas para que haja frutificação. Romper com os velhos hábitos pecaminosos se faz necessário para que agrademos ao Senhor. O rompimento não é com a família, mas com os seus deuses. Devemos continuar honrando e valorizando nossos entes queridos, mas servir unicamente a Deus.
3 - Fé Para Edificar Altares – Gn. 12:7 diz: “Apareceu, porém, o Senhor a Abrão, e disse: À tua semente darei esta terra. Abrão, pois, edificou ali um altar ao Senhor, que lhe aparecera.”
O altar na época de Abraão representava um lugar para adorar a Deus. Hoje não precisamos de altares feitos por mãos humanas porque o Senhor já edificou um altar em nossos corações. Podemos adorar a Deus em nosso espírito (João 4:24). Abraão passou por lugares especiais e os consagrou levantando ali um altar de adoração. Hoje, podemos fazer do nosso lar, do nosso local de trabalho e da nossa igreja, lugares onde o Senhor será honrado e adorado.
Posso ser um adorador onde estiver plantado. O meu lar deve ser o principal lugar para se invocar a Deus, de onde extirparei toda a sorte de mal, contenda, irritação, gritaria e blasfemia. Posso estender essa adoração para o trabalho, para escola, para os relacionamentos, entendendo que o Senhor quer ser glorificado em cada área da minha vida.
4 - Fé Para se Desprender das Coisas Materiais – Gn. 13:9 diz: “Porventura não está toda a terra diante de ti? Rogo-te que te apartes de mim. Se tu escolheres a esquerda, irei para a direita; e se a direita escolheres, irei eu para a esquerda.”
Quando Abraão e Ló precisaram se separar por causa da contenda entre os seus pastores, Abraão não demonstrou ganância sentindo-se no direito de escolher a melhor parte. Pelo contrário, deixou a escolha por conta de Ló. Ele sabia que Deus o abençoaria de uma forma ou outra; e esse princípio ele demonstrou em toda a sua vida.
A minha vida deve ser vivida sem ganância. Meus olhos devem estar voltados para o Senhor que prometeu não desamparar-me. Como Abraão foi um exemplo de dizimista, eu devo seguir seu modelo (Gn. 14:20).
5 - Fé Para o Quebrantamento – Gn. 13:4 diz: “até o lugar do altar, que dantes ali fizera; e ali invocou Abrão o nome do Senhor.”
Abraão tinha acabado de passar por uma situação de vergonha, conseqüência de um erro cometido. Ele havia pedido para que sua mulher dissesse que era sua irmã com medo de morrer nas mãos dos egípcios. Repreendido por Faraó, Abraão voltou ao mesmo lugar onde edificara um altar de adoração a Deus. Ele soube voltar ao lugar de onde não deveria ter saído. O seu coração quebrantado lhe garantiu um caminhar seguro diante de Deus.
Arrependimento e quebrantamento diante de Deus são chaves essenciais para a liberação das bênçãos prometidas. Saber voltar ao lugar de origem e reconhecer que errou na escolha do caminho, demonstram um coração sábio e ensinável. É nessa hora que vamos pedir perdão a quem ofendemos e nos reconciliar com o Senhor, contra quem pecamos.
6 - Fé Para Guerrear por Sua Família – Gn. 14:14 diz: “Ouvindo, pois, Abrão que seu irmão estava preso, levou os seus homens, treinados, nascidos em sua casa, em número de trezentos e dezoito, e perseguiu os reis até Dã.”
Ló, sobrinho de Abraão, havia sido levado cativo juntamente com o povo de Sodoma. Quando Abraão soube disso logo providenciou um meio de resgatá-lo. O senso de aliança que Abraão possuía era tão forte que o sobrinho era como se fosse o próprio irmão. Ele tinha de guerrear por ele como o faria por qualquer um de sua casa.
Lutar pela preservação da nossa casa é um dos papéis mais importantes a desenvolver. Ter uma esposa feliz, filhos sem traumas, e uma família que se sente segura e protegida por nós, por si só, já é um grande galardão. Às vezes teremos de lutar como leões para que ninguém invada sorrateiramente nosso arraial para destruí-lo. Os invasores podem ser as drogas, as más influências, as preocupações excessivas, etc.
7 - Fé Para Honrar a Deus Acima de Tudo – Gn. 22:16 diz: “e disse: Por mim mesmo jurei, diz o Senhor, porquanto fizeste isto, e não me negaste teu filho, o teu único filho...”
Isaque era o filho da promessa e o bem mais precioso que Abraão possuía, depois da sua esposa. O Senhor decide provar o coração de Abraão, pedindo seu filho em sacrifício. O homem de Deus obedece e leva seu unigênito ao lugar indicado. Depois de tudo pronto ele levanta o cutelo para o sacrifício mas imediatamente é impedido pelo próprio Senhor. Pronto! Ele já havia dado provas suficientes de que Deus era realmente o primeiro em sua vida, não negando-lhe nem o único filho.
Acima de tudo deve estar o Senhor. Acima de mim mesmo ou da minha própria família, deve estar o Senhor. Quando O substituímos por qualquer outra coisa, certamente veremos o efeito negativo dessa inversão de valores. Mas quando O honramos acima de tudo, Ele é fiel e também nos honrará em nosso caminhar.
Através desses atos Abraão demonstrou sua fé.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Rute e a Amizade Verdadeira
Introdução
A história de Rute tem um ingrediente especial. Fala de uma amizade verdadeira encontrada na simplicidade de um relacionamento de nora e sogra que serve como exemplo para nossos relacionamentos interpessoais. Quando a tragédia as encontrou Rute dá o exemplo de que amigos não abandonam amigos. Que vão até o fim com eles a fim de dar-lhes o consolo e o abrigo que precisam. Hoje vamos estudar três princípios que mantêm viva uma amizade verdadeira.
1. Lealdade
Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te. (Rute 1.16)
Uma tragédia havia abatido em cheio a vida de Noemi. Seu marido morrera, seus dois filhos também. Estava longe de sua terra e não sabia como seria recebida lá. Já estava em idade avançada, o que certamente não lhe renderia um novo casamento. Dependeria de misericórdia para sobreviver. Só havia lhe sobrado suas duas jovens noras. Uma resolveu tentar a vida novamente com seu povo. Mas Rute dá exemplo de lealdade: “não me importo comigo; vou contigo até onde você precisar”.
Essa certamente é uma das virtudes mais em falta nos nossos dias. Por pouquíssima coisa amizades são rompidas e inimizades começam. Por discordâncias pequenas duas pessoas se afastam feridas e não se motivam a perdoar nem reatar.
A lealdade é uma virtude de quem sabe caminhar com alguém independentemente do que acontece com ela. A lealdade me leva à fidelidade. Manter-me junto a alguém para servir-lhe de suporte, consolo e alento.
“A lealdade de Rute a Noemi e a Deus fez com que ela deixasse sua terra natal, Moabe, para ir a Judá. Embora fosse estrangeira, ela tornou-se ancestral de Davi e de Cristo”. (Comentário da Bíblia Plenitude na pág. 279)
Perguntamos: Você consegue abençoar a vida de alguém, mesmo que isso contrarie seus interesses pessoais, para que ela consiga se erguer de tropeços ou tragédias?
Para meditar: Rute 1.14; Sl 31.23; 1 Co 10.13
2. Serviço
Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele que me favorecer. (Rute 2.2)
Vendo que a sua sogra já não tinha idade para fazer um serviço mais forte, Rute se dispõe a buscar o sustento para elas. Mesmo diante de um estado melancólico apresentado por Noemi, Rute não desanima de mostrar-lhe que a vida deve ser conquistada, e por isso se dispõe a ira à luta.
Precisamos aprender a socorrer aqueles que precisam de nós, quando suas vidas estão entrando pelo caminho do desalento e da frustração. Muitas vezes precisamos ter a disposição para lutar por alguém que está desistindo e que não consegue ver a luz no fim do túnel. Nosso serviço a ela vai trazê-la de volta para a vida, mostrando que os propósitos do Senhor não se encerraram quando algo não anda da maneira planejada.
A amizade verdadeira se preocupa em levantar o amigo caído, servindo-o com disposição e alegria, até a sua recuperação.
Quando Noemi soube do resultado do serviço de Rute, ela recobrou seu ânimo e agradeceu a Deus pelo sinal de ainda era com ela (Rt 2.20).
“Aprenda a servir. Saiba que Deus nos chama a servir aqueles a quem amamos. Creia que Deus honrará aqueles com disposição de servir”. (Comentário da Bíblia Plenitude na pág. 279)
Perguntamos: Você tem disposição para servir desinteressadamente a alguém que precise de socorro e está prestes a desistir da vida? Você daria a alguém um pouco da sua vida sem saber se vai haver alguma recompensa?
Para meditar: Ap 2.19; Sl 126.6; Gl 6.7.
3. Retidão Moral
“Sucedeu que, pela meia-noite, assustando-se o homem, sentou-se; e eis que uma mulher estava deitada a seus pés. Disse ele: Quem és tu? Ela respondeu: Sou Rute, tua serva; estende a tua capa sobre a tua serva, porque és resgatador”. Rt 3.8,9
As ações de Rute diante de Noemi estavam bem clara. Boaz lhe disse que “toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa”. Isto representa que talvez muitos homens estivessem interessados em casar-se com ela. Mas Rute tem seus olhos voltados não somente para seus próprios benefícios. Ela pensa em Noemi. Por esse motivo ela trata de aproximar-se de alguém que possa dar-lhe segurança, mas que aceite sua sogra como sendo parte de sua família.
O texto também fala de que Rute se preserva diante daquele homem, não se deixando levar pelo seu estado de alegria por causa do vinho. A amizade com Noemi exigia também pureza para que sua sogra não passasse por desmoralização. Rute se preserva estendendo a bênção sobre Noemi.
Amados, muitas vezes somos cercados por “amigos” que só se interessam por nós enquanto temos algo a lhes oferecer. É preciso entender que a amizade verdadeira encontra seus próprios limites e não nos obriga a tomarmos atitudes que certamente nos levarão a pecar, trazendo sobre nós e os que nos cercam impureza moral.
Jesus é exemplo de alguém que ofereceu tudo por nós sem comprometer sua retidão moral.
Perguntamos: Você tem a preocupação de proteger os seus amigos de comentários maliciosos e fofocas que podem comprometer também a sua reputação? Qual o limite em sua vida para abençoar aqueles que precisam que você os abençoe?
Para meditar: 1 Reis 3:6; Salmo 84:11; Isaías 33:15.
Myron Junior
Insejec / RP
A história de Rute tem um ingrediente especial. Fala de uma amizade verdadeira encontrada na simplicidade de um relacionamento de nora e sogra que serve como exemplo para nossos relacionamentos interpessoais. Quando a tragédia as encontrou Rute dá o exemplo de que amigos não abandonam amigos. Que vão até o fim com eles a fim de dar-lhes o consolo e o abrigo que precisam. Hoje vamos estudar três princípios que mantêm viva uma amizade verdadeira.
1. Lealdade
Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te. (Rute 1.16)
Uma tragédia havia abatido em cheio a vida de Noemi. Seu marido morrera, seus dois filhos também. Estava longe de sua terra e não sabia como seria recebida lá. Já estava em idade avançada, o que certamente não lhe renderia um novo casamento. Dependeria de misericórdia para sobreviver. Só havia lhe sobrado suas duas jovens noras. Uma resolveu tentar a vida novamente com seu povo. Mas Rute dá exemplo de lealdade: “não me importo comigo; vou contigo até onde você precisar”.
Essa certamente é uma das virtudes mais em falta nos nossos dias. Por pouquíssima coisa amizades são rompidas e inimizades começam. Por discordâncias pequenas duas pessoas se afastam feridas e não se motivam a perdoar nem reatar.
A lealdade é uma virtude de quem sabe caminhar com alguém independentemente do que acontece com ela. A lealdade me leva à fidelidade. Manter-me junto a alguém para servir-lhe de suporte, consolo e alento.
“A lealdade de Rute a Noemi e a Deus fez com que ela deixasse sua terra natal, Moabe, para ir a Judá. Embora fosse estrangeira, ela tornou-se ancestral de Davi e de Cristo”. (Comentário da Bíblia Plenitude na pág. 279)
Perguntamos: Você consegue abençoar a vida de alguém, mesmo que isso contrarie seus interesses pessoais, para que ela consiga se erguer de tropeços ou tragédias?
Para meditar: Rute 1.14; Sl 31.23; 1 Co 10.13
2. Serviço
Rute, a moabita, disse a Noemi: Deixa-me ir ao campo, e apanharei espigas atrás daquele que me favorecer. (Rute 2.2)
Vendo que a sua sogra já não tinha idade para fazer um serviço mais forte, Rute se dispõe a buscar o sustento para elas. Mesmo diante de um estado melancólico apresentado por Noemi, Rute não desanima de mostrar-lhe que a vida deve ser conquistada, e por isso se dispõe a ira à luta.
Precisamos aprender a socorrer aqueles que precisam de nós, quando suas vidas estão entrando pelo caminho do desalento e da frustração. Muitas vezes precisamos ter a disposição para lutar por alguém que está desistindo e que não consegue ver a luz no fim do túnel. Nosso serviço a ela vai trazê-la de volta para a vida, mostrando que os propósitos do Senhor não se encerraram quando algo não anda da maneira planejada.
A amizade verdadeira se preocupa em levantar o amigo caído, servindo-o com disposição e alegria, até a sua recuperação.
Quando Noemi soube do resultado do serviço de Rute, ela recobrou seu ânimo e agradeceu a Deus pelo sinal de ainda era com ela (Rt 2.20).
“Aprenda a servir. Saiba que Deus nos chama a servir aqueles a quem amamos. Creia que Deus honrará aqueles com disposição de servir”. (Comentário da Bíblia Plenitude na pág. 279)
Perguntamos: Você tem disposição para servir desinteressadamente a alguém que precise de socorro e está prestes a desistir da vida? Você daria a alguém um pouco da sua vida sem saber se vai haver alguma recompensa?
Para meditar: Ap 2.19; Sl 126.6; Gl 6.7.
3. Retidão Moral
“Sucedeu que, pela meia-noite, assustando-se o homem, sentou-se; e eis que uma mulher estava deitada a seus pés. Disse ele: Quem és tu? Ela respondeu: Sou Rute, tua serva; estende a tua capa sobre a tua serva, porque és resgatador”. Rt 3.8,9
As ações de Rute diante de Noemi estavam bem clara. Boaz lhe disse que “toda a cidade do meu povo sabe que és mulher virtuosa”. Isto representa que talvez muitos homens estivessem interessados em casar-se com ela. Mas Rute tem seus olhos voltados não somente para seus próprios benefícios. Ela pensa em Noemi. Por esse motivo ela trata de aproximar-se de alguém que possa dar-lhe segurança, mas que aceite sua sogra como sendo parte de sua família.
O texto também fala de que Rute se preserva diante daquele homem, não se deixando levar pelo seu estado de alegria por causa do vinho. A amizade com Noemi exigia também pureza para que sua sogra não passasse por desmoralização. Rute se preserva estendendo a bênção sobre Noemi.
Amados, muitas vezes somos cercados por “amigos” que só se interessam por nós enquanto temos algo a lhes oferecer. É preciso entender que a amizade verdadeira encontra seus próprios limites e não nos obriga a tomarmos atitudes que certamente nos levarão a pecar, trazendo sobre nós e os que nos cercam impureza moral.
Jesus é exemplo de alguém que ofereceu tudo por nós sem comprometer sua retidão moral.
Perguntamos: Você tem a preocupação de proteger os seus amigos de comentários maliciosos e fofocas que podem comprometer também a sua reputação? Qual o limite em sua vida para abençoar aqueles que precisam que você os abençoe?
Para meditar: 1 Reis 3:6; Salmo 84:11; Isaías 33:15.
Myron Junior
Insejec / RP
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Mical e o Caminho Para a Esterilidade
Introdução
Um dos maiores objetivos da vida do homem é ser abençoado por Deus. Desejamos sempre ter a bênção dEle em nossa vida e a buscamos. Mas muitas vezes somos nós mesmos os responsáveis para que essas bênçãos se percam. Mical poderia ter desfrutado de tesouros maravilhosos de Deus se tivesse percebido que seu esposo buscava mais o Senhor do que uma posição. O fato dela não se permitir participar dos sonhos do seu esposo por ter uma falsa visão de superioridade trouxe conseqüências desastrosas para sua vida como mulher e esposa. Ela desperdiçou sua vida por escolher o orgulho e a separação. Vejamos se não podemos estar correndo o mesmo risco de perder o que Deus tem de melhor pra nós.
Um Relacionamento à Distância
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Enquanto Davi se alegrava com o retorno da arca da aliança para Jerusalém, Mical, sua esposa, observava tudo pela janela. À distância, ela deixa de participar da alegria do marido e do povo que com ele estava.
Precisamos tomar cuidado quando percebemos que estamos nos distanciando das pessoas que são importantes para nós. Isso pode acontecer quando alimentamos diferenças, mágoas, ressentimentos, ira, ou, simplesmente posturas que agridem ao outro.
Perguntamos: Será que você tem deixado de lado as alegrias e vitórias das pessoas mais chegadas por causa de conceitos que o isolarão dos seus amados? Você consegue perceber quando as pessoas que você julga importante começam a se afastar por causa dos seus comentários e posições discordantes?
Para meditar: Sl 19.13; Pv 11.2
O Desprezo do Coração
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Acredito que não exista algo mais prejudicial em um relacionamento do que o desprezo de um pelo outro. Está relacionado a deixar de honrar, de valorizar, de respeitar. Conseqüentemente, quem despreza o outro deixa de envidar seus esforços para lhe fazer bem. Não há motivação para isso, porque o objeto de honra se tornou desprezível aos seus olhos. Quando se chega nesse nível realmente há de se ter uma intervenção divina.
Perguntamos: Você tem desprezado no coração alguém que um dia já amou sinceramente? Você percebe como o desprezo às pessoas lhe deixa alguém mais amargo e ferino, distante do projeto de Deus pra você?
Para meditar: Pv 1.7; Jo 15.12
A Filha de Saul
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Mical, embora sendo esposa de Davi, em várias partes do trecho bíblico é chamada de filha de Saul. Como filha do antigo rei de Israel, Mical parece conservar em sua vida as mesmas raízes de orgulho tão evidentes em seu pai. Além disso, outra herança era a de não ser íntima de Deus, e por isso, não entender a alegria vivida por Davi naqueles dias.
Havia um enorme abismo entre o fervor espiritual de Davi e a apatia de Saul. Mical, infelizmente, reflete a mesma indiferença quanto às coisas de Deus que a leva a desprezar seu marido e também ao próprio Deus diante de Quem Davi dançava.
Perguntamos: Quando há alegria no meio do povo de Deus, será que a sua indiferença ou até mesmo a irritação, não podem demonstrar a que nível você tem se distanciado de Deus, perdendo a singeleza do amor dEle?
Para meditar: Pv 21.4; 1 Tm 6.17-19
Fechando a Porta da Bênção
Quando Davi terminou de abençoar o povo, partiu com alegria para fazer o mesmo pela sua casa. Ao aproximar-se, porém, Mical saiu-lhe ao encontro com palavras duras e amargas. Todo o fervor e a alegria armazenada em prol dos da sua família se depararam repentinamente com o que chamamos de “balde de água fria”. Até de “vadio” Davi foi chamado. Ela estava indignada com o fato do rei haver dançado diante de pessoas comuns sem a sua veste real, embora usasse uma estola sacerdotal.
Por causa da sua indignação e das palavras proferidas sem sabedoria, desprezando e desonrando seu marido, Mical fecha a porta da bênção que estava prestes a ser liberada também em seu favor. Ao contrário disso, a Bíblia diz que ela terminou sua vida sem filhos. Não se sabe ao certo se isso aconteceu porque ela teria se tornado estéril ou porque Davi não quis mais ter intimidade com ela. De uma forma ou outra, ela terminou seus dias infeliz, depois de haver fechado o canal de Deus por meio de sua amargura de coração.
Perguntamos: Você está consciente de que pode fechar a porta da bênção por causa de suas críticas ou atitudes negativas? Caso isso seja uma realidade, você não gostaria de mudar de postura e abrir o coração para uma renovação do Espírito Santo em seu interior?
Para meditar: Sl 9.2; Sl 122.1; Hc 3.18
Um dos maiores objetivos da vida do homem é ser abençoado por Deus. Desejamos sempre ter a bênção dEle em nossa vida e a buscamos. Mas muitas vezes somos nós mesmos os responsáveis para que essas bênçãos se percam. Mical poderia ter desfrutado de tesouros maravilhosos de Deus se tivesse percebido que seu esposo buscava mais o Senhor do que uma posição. O fato dela não se permitir participar dos sonhos do seu esposo por ter uma falsa visão de superioridade trouxe conseqüências desastrosas para sua vida como mulher e esposa. Ela desperdiçou sua vida por escolher o orgulho e a separação. Vejamos se não podemos estar correndo o mesmo risco de perder o que Deus tem de melhor pra nós.
Um Relacionamento à Distância
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Enquanto Davi se alegrava com o retorno da arca da aliança para Jerusalém, Mical, sua esposa, observava tudo pela janela. À distância, ela deixa de participar da alegria do marido e do povo que com ele estava.
Precisamos tomar cuidado quando percebemos que estamos nos distanciando das pessoas que são importantes para nós. Isso pode acontecer quando alimentamos diferenças, mágoas, ressentimentos, ira, ou, simplesmente posturas que agridem ao outro.
Perguntamos: Será que você tem deixado de lado as alegrias e vitórias das pessoas mais chegadas por causa de conceitos que o isolarão dos seus amados? Você consegue perceber quando as pessoas que você julga importante começam a se afastar por causa dos seus comentários e posições discordantes?
Para meditar: Sl 19.13; Pv 11.2
O Desprezo do Coração
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Acredito que não exista algo mais prejudicial em um relacionamento do que o desprezo de um pelo outro. Está relacionado a deixar de honrar, de valorizar, de respeitar. Conseqüentemente, quem despreza o outro deixa de envidar seus esforços para lhe fazer bem. Não há motivação para isso, porque o objeto de honra se tornou desprezível aos seus olhos. Quando se chega nesse nível realmente há de se ter uma intervenção divina.
Perguntamos: Você tem desprezado no coração alguém que um dia já amou sinceramente? Você percebe como o desprezo às pessoas lhe deixa alguém mais amargo e ferino, distante do projeto de Deus pra você?
Para meditar: Pv 1.7; Jo 15.12
A Filha de Saul
“Ao entrar a arca do SENHOR na Cidade de Davi, Mical, filha de Saul, estava olhando pela janela e, vendo ao rei Davi, que ia saltando e dançando diante do SENHOR, o desprezou no seu coração.” (2 Samuel 6:16 RA)
Mical, embora sendo esposa de Davi, em várias partes do trecho bíblico é chamada de filha de Saul. Como filha do antigo rei de Israel, Mical parece conservar em sua vida as mesmas raízes de orgulho tão evidentes em seu pai. Além disso, outra herança era a de não ser íntima de Deus, e por isso, não entender a alegria vivida por Davi naqueles dias.
Havia um enorme abismo entre o fervor espiritual de Davi e a apatia de Saul. Mical, infelizmente, reflete a mesma indiferença quanto às coisas de Deus que a leva a desprezar seu marido e também ao próprio Deus diante de Quem Davi dançava.
Perguntamos: Quando há alegria no meio do povo de Deus, será que a sua indiferença ou até mesmo a irritação, não podem demonstrar a que nível você tem se distanciado de Deus, perdendo a singeleza do amor dEle?
Para meditar: Pv 21.4; 1 Tm 6.17-19
Fechando a Porta da Bênção
Quando Davi terminou de abençoar o povo, partiu com alegria para fazer o mesmo pela sua casa. Ao aproximar-se, porém, Mical saiu-lhe ao encontro com palavras duras e amargas. Todo o fervor e a alegria armazenada em prol dos da sua família se depararam repentinamente com o que chamamos de “balde de água fria”. Até de “vadio” Davi foi chamado. Ela estava indignada com o fato do rei haver dançado diante de pessoas comuns sem a sua veste real, embora usasse uma estola sacerdotal.
Por causa da sua indignação e das palavras proferidas sem sabedoria, desprezando e desonrando seu marido, Mical fecha a porta da bênção que estava prestes a ser liberada também em seu favor. Ao contrário disso, a Bíblia diz que ela terminou sua vida sem filhos. Não se sabe ao certo se isso aconteceu porque ela teria se tornado estéril ou porque Davi não quis mais ter intimidade com ela. De uma forma ou outra, ela terminou seus dias infeliz, depois de haver fechado o canal de Deus por meio de sua amargura de coração.
Perguntamos: Você está consciente de que pode fechar a porta da bênção por causa de suas críticas ou atitudes negativas? Caso isso seja uma realidade, você não gostaria de mudar de postura e abrir o coração para uma renovação do Espírito Santo em seu interior?
Para meditar: Sl 9.2; Sl 122.1; Hc 3.18
sábado, 14 de fevereiro de 2009
"Caminhos da Índia"(leitura recomendada para cristãos)
Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Texto publicado no blog Soli Deo Gloria, de Gleison Elias Pereira.
Por Edson Barbosa
"… porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles; …" (Os 14:9).
"Ainda me recordo quando estava no Brasil me preparando para ir à Índia a quantidade de livros e artigos na internet que tive de estudar para não ser tão ignorante da vasta cultura que teria de enfrentar pela frente. Percebi que por onde ia, dificilmente encontrava alguém que pudesse me adicionar algum conhecimento prático do que realmente é a Índia. E ainda hoje para a maioria de nós brasileiros este sub-continente é um mistério cercado de lendas e mitos.Quando cheguei a Índia, verifiquei que todo meu conhecimento vindo dos livros e horas na frente de um computador pouco me ajudaram. E hoje depois de quase 4 anos neste país continuo um aprendiz, e cada vez mais me convenço que poderei viver aqui por décadas e não compreenderei toda esta diversidade que me cerca. Nos últimos meses tenho recebido e-mails e até mesmo ligações de pessoas de várias partes do Brasil empolgadas me contando da novela que a globo lançará com uma estória baseada na Índia, com o título "Caminhos da Índia". Comecei a investigar qual seria a trama da novela e quais seriam os pontos de exploração usados. Não para minha surpresa descobri que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras.Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas. Obviamente não posso escrever esta carta de uma maneira convincente a todos os telespectadores brasileiros, pois cada um acredita no que quer e ver e recebe o que bem entende. Mas de uma forma bem específica posso alertar que nós os cristãos comprometidos podemos facilmente fazer com que essa novela seja um fracasso. O que não seria fazer passeatas, abaixo assinado, greve de fome, etc... Isso sinceramente não resolve nada. A forma mais simples e eficaz seria primeiramente e principalmente sermos sinceros e sensatos e não assistirmos essa novela. Não conectarmos nossos televisores a este canal no momento em que estiver no ar este proselitismo explícito da religião hindu em nossos lares. Não podemos compactuar com esta maldição que está prestes a invadir nossas casas.Não é hora de sermos hipócritas! Os evangélicos brasileiros são noveleiros SIM!!! Fiz questão de não trazer estatísticas para provar o que estou falando. No fundo sabemos que o povo evangélico é um dos grandes responsáveis pelo sucesso que as novelas "globais" e não "globais" fazem no país. Por que nós somos um dos principais consumidores desse lixo que é vendido em nossos televisores 6 vezes por semana? Somos mais de 35 milhões de evangélicos no país, se contarmos que somente 10% deste número seja noveleiro ( o que acredito ser muito mais) e aderirem ao boicote, serão mais de 3 milhões e 500 mil pessoas que não assistirão esta novela e farão que ela seja um fiasco de audiência. Conclamo vocês meus irmãos a não compactuarem com isso. Não sejam responsáveis por tamanho mal a nossa nação, não seja um patrocinador da obra de satanás. Essa novela não pode trazer nenhum benefício para sua vida, pelo contrário estará contaminando o ambiente familiar de sua casa com mensagens demoníacas e tão pouco servirá como uma fonte de conhecimento de outra cultura. Não veja essa novela, faça que ela seja um fracasso e saia do ar. Nós temos a força, só basta fazermos nossa parte. Que o Senhor nos dê graça e sabedoria."
Edson Barbosa
Texto publicado no blog Soli Deo Gloria, de Gleison Elias Pereira.
Por Edson Barbosa
"… porque os caminhos do Senhor são retos, e os justos andarão neles; …" (Os 14:9).
"Ainda me recordo quando estava no Brasil me preparando para ir à Índia a quantidade de livros e artigos na internet que tive de estudar para não ser tão ignorante da vasta cultura que teria de enfrentar pela frente. Percebi que por onde ia, dificilmente encontrava alguém que pudesse me adicionar algum conhecimento prático do que realmente é a Índia. E ainda hoje para a maioria de nós brasileiros este sub-continente é um mistério cercado de lendas e mitos.Quando cheguei a Índia, verifiquei que todo meu conhecimento vindo dos livros e horas na frente de um computador pouco me ajudaram. E hoje depois de quase 4 anos neste país continuo um aprendiz, e cada vez mais me convenço que poderei viver aqui por décadas e não compreenderei toda esta diversidade que me cerca. Nos últimos meses tenho recebido e-mails e até mesmo ligações de pessoas de várias partes do Brasil empolgadas me contando da novela que a globo lançará com uma estória baseada na Índia, com o título "Caminhos da Índia". Comecei a investigar qual seria a trama da novela e quais seriam os pontos de exploração usados. Não para minha surpresa descobri que será uma novela totalmente voltada para a divulgação do hinduísmo no Brasil. Para quem não sabe, grande parte da população da Índia é hindu. O hinduísmo é uma religião politeísta com seus mais de 33 milhões de deuses, que são adorados das mais diversas maneiras.Quando o telespectador brasileiro ligar sua televisão para ver essa novela, estará abrindo as portas de seu lar, sua mente e coração para receber toda a influência do culto e adoração dado a estes deuses e seus mantras, rituais, sacrifícios e oferendas. Obviamente não posso escrever esta carta de uma maneira convincente a todos os telespectadores brasileiros, pois cada um acredita no que quer e ver e recebe o que bem entende. Mas de uma forma bem específica posso alertar que nós os cristãos comprometidos podemos facilmente fazer com que essa novela seja um fracasso. O que não seria fazer passeatas, abaixo assinado, greve de fome, etc... Isso sinceramente não resolve nada. A forma mais simples e eficaz seria primeiramente e principalmente sermos sinceros e sensatos e não assistirmos essa novela. Não conectarmos nossos televisores a este canal no momento em que estiver no ar este proselitismo explícito da religião hindu em nossos lares. Não podemos compactuar com esta maldição que está prestes a invadir nossas casas.Não é hora de sermos hipócritas! Os evangélicos brasileiros são noveleiros SIM!!! Fiz questão de não trazer estatísticas para provar o que estou falando. No fundo sabemos que o povo evangélico é um dos grandes responsáveis pelo sucesso que as novelas "globais" e não "globais" fazem no país. Por que nós somos um dos principais consumidores desse lixo que é vendido em nossos televisores 6 vezes por semana? Somos mais de 35 milhões de evangélicos no país, se contarmos que somente 10% deste número seja noveleiro ( o que acredito ser muito mais) e aderirem ao boicote, serão mais de 3 milhões e 500 mil pessoas que não assistirão esta novela e farão que ela seja um fiasco de audiência. Conclamo vocês meus irmãos a não compactuarem com isso. Não sejam responsáveis por tamanho mal a nossa nação, não seja um patrocinador da obra de satanás. Essa novela não pode trazer nenhum benefício para sua vida, pelo contrário estará contaminando o ambiente familiar de sua casa com mensagens demoníacas e tão pouco servirá como uma fonte de conhecimento de outra cultura. Não veja essa novela, faça que ela seja um fracasso e saia do ar. Nós temos a força, só basta fazermos nossa parte. Que o Senhor nos dê graça e sabedoria."
Edson Barbosa
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Sansão e a Fragilidade nos Relacionamentos
Introdução
Sansão foi um homem da Bíblia conhecido pela sua força. Mas o seu relacionamento com as pessoas era frágil, a começar da relação com os seus próprios pais. Por causa da deficiência no relacionamento com os pais e das distorções no relacionamento indevido com algumas pessoas, ele acaba sendo derrotado em sua carreira. Queremos partir do princípio de que a base para os nossos relacionamentos é estabelecida dentro de casa. Um relacionamento saudável entre pais, filhos e irmãos, favorece o estabelecimento de relações saudáveis fora de casa. Hoje vamos nos ater somente à casa de Sansão e descobrir o que faltava no seu relacionamento para com os pais.
1. Ouvir o que o Outro Está Dizendo
“Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos ou entre todo o meu povo, para que vás tomar esposa dos filisteus, daqueles incircuncisos? Disse Sansão a seu pai: Toma-me esta, porque só desta me agrado.” (Juízes 14:3 RA)
Sansão vivia em um contexto onde os pais escolhiam os cônjuges para os filhos. No nosso mundo ocidental as coisas não acontecem dessa forma. Porém, respeitando a cultura dos pais de Sansão e procurando entender os valores das suas tradições, vamos descobrir que ouvi-los antes de tão importante escolha, a do casamento, seria a coisa mais sensata a se fazer.
Sansão, porém, quanto aos pais, demonstra a atitude de alguém que não quer ouvir, aprender, aceitar e submeter-se; mas sim a de quem não precisa de nenhuma dessas coisas, por já estar resolvido a fazer algo, independentemente do que eles possam pensar (Jz. 14:3). Ele se enamora de uma mulher da terra dos filisteus, mesmo sabendo que não se podia casar com pessoas de lá (Dt. 7:3), e ignora a vontade de seus pais que perceberam a cilada no caminho. Agindo assim, Sansão não está consciente do perigo à sua volta. Em breve, tal atitude de indiferença quanto à liderança paterna se mostrará altamente destrutiva à sua integridade moral e física.
Perguntamos: Você já agiu de forma independente da orientação de seus pais, cônjuge ou liderança estabelecida? Você percebe em sua casa algum espírito de indiferença à opinião do outro, ou às suas recomendações?
Para meditar: Tg. 1:19; Hb. 12:25; Dt. 5:16; Pv. 11:14
2. Não Fugir do Olhar do Outro
“Então, o Espírito do SENHOR de tal maneira se apossou dele, que ele o rasgou como quem rasga um cabrito, sem nada ter na mão; todavia, nem a seu pai nem a sua mãe deu a saber o que fizera.” (Juízes 14:6 RA)
Os pais de Sansão, mesmo contrariados, descem com ele até a cidade da moça com quem o filho há de casar. O texto bíblico diz que os pais “não sabiam que isto vinha do Senhor” (14:4), como se Deus estivesse aprovando o casamento de Sansão. Na verdade, Deus não se contradiz, mas apenas haveria de se utilizar daquela circunstância para cumprir seus propósitos em favor de Israel. Ele estaria, portanto, permitindo aquela situação ainda que não fosse a Sua vontade diretiva.
Aproximando-se da vinha, Sansão se aparta de seus pais e se depara com um leão novo que bramando lhe saiu ao encontro. Deus lhe dá graça e força, com o que mata o leão.
Ao chegar à vinha, Sansão se aparta de seus pais porque sabia que não lhe era permitido comer nenhum derivado da uva, por causa de um voto de nazireu que ele tinha sobre sua vida (Jz. 13:4-5). Ocultando-se aos olhos deles, ele deu lugar aos seus desejos proibidos, e quase perece diante da fúria daquele terrível animal, não fosse a graça de Deus sobre sua vida.
Perguntamos: Você já se sentiu tentado à fugir do olhar de alguém com quem você está comprometido a seguir junto pelo caminho? Como reagimos à tentação de fazer coisas escondidas do olhar de pessoas com quem estamos aliançados?
Para meditar: Gn. 3:10;Pv. 7:18-19
3. Não Esconder a Verdade do Outro
“Tomou o favo nas mãos e se foi andando e comendo dele; e chegando a seu pai e a sua mãe, deu-lhes do mel, e comeram; porém não lhes deu a saber que do corpo do leão é que o tomara.” (Juízes 14:9 RA)
Depois de matar o leão, Sansão continua seguindo em direção à casa de sua futura esposa. Voltando de lá, aparta-se do caminho para ver o corpo do leão morto, quando, para sua surpresa, encontra nele um enxame de abelhas com mel. Ele toca no cadáver ao retirar o mel, e sai pelo caminho andando e comendo. Encontrando seus pais, deu-lhes do mel e eles comeram, não sabendo de onde vinha.
O voto de nazireu também não permitia tocar em cadáver (Nm. 6:1-6). Por conta do mel, Sansão quebra mais uma vez o seu voto.
Sobre o tema relacionamento, vemos que a relação de Sansão com seus pais era baseada em meias verdades. Sansão mata o leão mas não conta o seu grande feito aos pais (Jz. 14:6). Se ele conta o caso terá de dizer onde estava quando o animal lhe saiu ao encontro; e isso ele não estava disposto a fazer. Depois, ele dá o favo de mel aos pais mas não diz de onde o havia retirado. Também não queria revelar a quebra do voto tocando num cadáver para obter o mel. Sansão se abre com seus pais apenas naquilo que lhe interessa, como no caso da moça com quem queria casar. Mas quanto às suas fraquezas e inclinações para o mal ele guarda segredo, perdendo a grande oportunidade de ser ministrado e ajudado por quem tanto o amava, seus pais.
Perguntamos: Você já vivenciou um relacionamento de meias verdades ou de segredos não compartilhados? Você já desejou abrir totalmente o seu coração, não sentindo, porém, confiança para fazer isso? Você se considera uma pessoa confiável, para quem as pessoas possam abrir o coração?
Para meditação: Mc. 4:22; Pv. 11:13; Pv. 20:19; Am. 3:7
Sansão foi um homem da Bíblia conhecido pela sua força. Mas o seu relacionamento com as pessoas era frágil, a começar da relação com os seus próprios pais. Por causa da deficiência no relacionamento com os pais e das distorções no relacionamento indevido com algumas pessoas, ele acaba sendo derrotado em sua carreira. Queremos partir do princípio de que a base para os nossos relacionamentos é estabelecida dentro de casa. Um relacionamento saudável entre pais, filhos e irmãos, favorece o estabelecimento de relações saudáveis fora de casa. Hoje vamos nos ater somente à casa de Sansão e descobrir o que faltava no seu relacionamento para com os pais.
1. Ouvir o que o Outro Está Dizendo
“Porém seu pai e sua mãe lhe disseram: Não há, porventura, mulher entre as filhas de teus irmãos ou entre todo o meu povo, para que vás tomar esposa dos filisteus, daqueles incircuncisos? Disse Sansão a seu pai: Toma-me esta, porque só desta me agrado.” (Juízes 14:3 RA)
Sansão vivia em um contexto onde os pais escolhiam os cônjuges para os filhos. No nosso mundo ocidental as coisas não acontecem dessa forma. Porém, respeitando a cultura dos pais de Sansão e procurando entender os valores das suas tradições, vamos descobrir que ouvi-los antes de tão importante escolha, a do casamento, seria a coisa mais sensata a se fazer.
Sansão, porém, quanto aos pais, demonstra a atitude de alguém que não quer ouvir, aprender, aceitar e submeter-se; mas sim a de quem não precisa de nenhuma dessas coisas, por já estar resolvido a fazer algo, independentemente do que eles possam pensar (Jz. 14:3). Ele se enamora de uma mulher da terra dos filisteus, mesmo sabendo que não se podia casar com pessoas de lá (Dt. 7:3), e ignora a vontade de seus pais que perceberam a cilada no caminho. Agindo assim, Sansão não está consciente do perigo à sua volta. Em breve, tal atitude de indiferença quanto à liderança paterna se mostrará altamente destrutiva à sua integridade moral e física.
Perguntamos: Você já agiu de forma independente da orientação de seus pais, cônjuge ou liderança estabelecida? Você percebe em sua casa algum espírito de indiferença à opinião do outro, ou às suas recomendações?
Para meditar: Tg. 1:19; Hb. 12:25; Dt. 5:16; Pv. 11:14
2. Não Fugir do Olhar do Outro
“Então, o Espírito do SENHOR de tal maneira se apossou dele, que ele o rasgou como quem rasga um cabrito, sem nada ter na mão; todavia, nem a seu pai nem a sua mãe deu a saber o que fizera.” (Juízes 14:6 RA)
Os pais de Sansão, mesmo contrariados, descem com ele até a cidade da moça com quem o filho há de casar. O texto bíblico diz que os pais “não sabiam que isto vinha do Senhor” (14:4), como se Deus estivesse aprovando o casamento de Sansão. Na verdade, Deus não se contradiz, mas apenas haveria de se utilizar daquela circunstância para cumprir seus propósitos em favor de Israel. Ele estaria, portanto, permitindo aquela situação ainda que não fosse a Sua vontade diretiva.
Aproximando-se da vinha, Sansão se aparta de seus pais e se depara com um leão novo que bramando lhe saiu ao encontro. Deus lhe dá graça e força, com o que mata o leão.
Ao chegar à vinha, Sansão se aparta de seus pais porque sabia que não lhe era permitido comer nenhum derivado da uva, por causa de um voto de nazireu que ele tinha sobre sua vida (Jz. 13:4-5). Ocultando-se aos olhos deles, ele deu lugar aos seus desejos proibidos, e quase perece diante da fúria daquele terrível animal, não fosse a graça de Deus sobre sua vida.
Perguntamos: Você já se sentiu tentado à fugir do olhar de alguém com quem você está comprometido a seguir junto pelo caminho? Como reagimos à tentação de fazer coisas escondidas do olhar de pessoas com quem estamos aliançados?
Para meditar: Gn. 3:10;Pv. 7:18-19
3. Não Esconder a Verdade do Outro
“Tomou o favo nas mãos e se foi andando e comendo dele; e chegando a seu pai e a sua mãe, deu-lhes do mel, e comeram; porém não lhes deu a saber que do corpo do leão é que o tomara.” (Juízes 14:9 RA)
Depois de matar o leão, Sansão continua seguindo em direção à casa de sua futura esposa. Voltando de lá, aparta-se do caminho para ver o corpo do leão morto, quando, para sua surpresa, encontra nele um enxame de abelhas com mel. Ele toca no cadáver ao retirar o mel, e sai pelo caminho andando e comendo. Encontrando seus pais, deu-lhes do mel e eles comeram, não sabendo de onde vinha.
O voto de nazireu também não permitia tocar em cadáver (Nm. 6:1-6). Por conta do mel, Sansão quebra mais uma vez o seu voto.
Sobre o tema relacionamento, vemos que a relação de Sansão com seus pais era baseada em meias verdades. Sansão mata o leão mas não conta o seu grande feito aos pais (Jz. 14:6). Se ele conta o caso terá de dizer onde estava quando o animal lhe saiu ao encontro; e isso ele não estava disposto a fazer. Depois, ele dá o favo de mel aos pais mas não diz de onde o havia retirado. Também não queria revelar a quebra do voto tocando num cadáver para obter o mel. Sansão se abre com seus pais apenas naquilo que lhe interessa, como no caso da moça com quem queria casar. Mas quanto às suas fraquezas e inclinações para o mal ele guarda segredo, perdendo a grande oportunidade de ser ministrado e ajudado por quem tanto o amava, seus pais.
Perguntamos: Você já vivenciou um relacionamento de meias verdades ou de segredos não compartilhados? Você já desejou abrir totalmente o seu coração, não sentindo, porém, confiança para fazer isso? Você se considera uma pessoa confiável, para quem as pessoas possam abrir o coração?
Para meditação: Mc. 4:22; Pv. 11:13; Pv. 20:19; Am. 3:7
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Pai e Filho Tão Distantes
Introdução
Hoje estudaremos a relação entre Davi e seu filho, Absalão, a partir de uma experiência trágica de abuso sexual sofrido pela irmã de Absalão, Tamar, provocado por outro irmão (também filho de Davi, porém, de outra mãe) Amnom. Toda a história se encontra entre II Samuel 13:1 e 18:33.
Frustração
Precisamos notar a frustração de Absalão em relação a seu pai, Davi, quando nutriu a expectativa de que o pai exerceria juízo sobre Amnom por este haver violentado sua irmã, Tamar. Dois anos inteiros, porém, se passaram (II Sm. 13:23), sem que Davi transformasse sua ira pelo ocorrido (II Sm. 13:21) em solução prática de disciplina e correção do problema.
Absalão estava frustrado com o seu pai, Davi. A expectativa não satisfeita foi produzindo, no decorrer daqueles dois anos, um sentimento de revolta tanto em relação ao pai que não julgou a causa, quanto em relação ao agressor, Amnom, que continuava impune depois de tamanha ofensa.
Perguntamos: Como você lida com as expectativas não alcançadas em relação a certas pessoas importantes para você? Como você reage à percepção de que o seu cônjuge, patrão, filho, amigo, pai, mãe, ou quem quer que seja, possivelmente não seja exatamente quem você queria que fosse, ou não esteja agindo de acordo com o que você esperava? Tem você frustrado a expectativa de alguém?
Para meditação: Sl. 62:5; Sl. 71:5; Pv. 13:12; Lm. 3:26.
Reprimindo os Sentimentos
Por falta de ação do pai, Absalão decide fazer justiça por conta própria, mandando matar Amnom (II Sm. 13:28). Depois disso ele foge e fica três anos longe do pai (II Sm. 13:38). Embora demasiadamente triste pela morte de Amnom, Davi começa a sentir saudades de Absalão; é quando ele permite que o filho volte a Jerusalém, sem contudo, ter o direito de ver a sua face (II Sm. 14:24 e 28).
Davi sentiu saudades do filho, mas não se permitiu transformar esse sentimento em fator motivador para uma restauração do relacionamento entre eles. Antes, reprimiu a saudade e se manteve à distância, como se o filho nada representasse para ele.
Perguntamos: Você é capaz de reprimir um sentimento restaurador em relação a alguém só para não dar o “braço a torcer”? Quando você sente a compaixão de Deus por alguém que lhe feriu, você consegue conviver naturalmente com a ausência de conversão dessa compaixão em atitude prática de perdão?
Para meditação: Sl. 22:24; Gn. 50:21.
Tempo Desperdiçado.
Se você está fazendo as contas, certamente percebeu que já se passaram sete anos desde a violência sexual sofrida por Tamar. Por dois anos Absalão esperou pelo juízo do pai. Por três anos esteve como fugitivo depois de matar Amnom. Por dois anos esteve em Jerusalém sem ver a face do pai.
Sete anos de relacionamentos rompidos, e de muitas lembranças saudosas, afetos sufocados, vontade de estar perto, de abraçar, de beijar, de falar sobre tantas coisas, mas ao mesmo tempo, de tanta distância e tanta decepção de um para com o outro.
Perguntamos: Temos resolvido nossas pendências nos relacionamentos no decorrer dos anos de vida, ou temos deixado as coisas como estão por tempo indeterminado?
Para meditação: Gn. 46:29; Mt. 5:25; Gl. 6:10; Ef. 5:16.
Indiferença
Por fim, Davi decide receber o filho em seu palácio real (II Sm. 14:33). Depois de muita insistência e de muito clamor por parte de Absalão para ver o pai e receber dele alguma palavra, ainda que fosse de extrema repreensão, Davi consente em ver o filho. Absalão se apresenta e, humildemente, se prostra ante o rei. Para surpresa de todos e maior decepção de Absalão, Davi se limita a beijar a face do filho e mais nada. Revoltado, ele empreende uma grande rebelião contra o pai, que culmina em sua própria morte (II Sm. 18:15).
Se ele fosse repreendido pelo que fizera, se o pai tivesse dispensado uma longa conversa com ele sobre tudo o que aconteceu, se Davi demonstrasse interesse de julgar com justiça ao mesmo tempo em que restaurasse o filho à comunhão, e se o próprio Absalão não tivesse perdido a esperança de que dias melhores viriam, então tudo, certamente, teria um desfecho diferente. O simples beijo no rosto depois de tanto tempo de distanciamento entre eles, demonstrou indiferença, que acreditamos ser uma das mais poderosas armas contra os relacionamentos.
Perguntamos: Como encaramos a indiferença por parte de quem mais amamos? Somos indiferentes quanto às questões de interesse das pessoas que nos cercam?
Para meditação: Pv. 19:18; Is. 57:10.
Hoje estudaremos a relação entre Davi e seu filho, Absalão, a partir de uma experiência trágica de abuso sexual sofrido pela irmã de Absalão, Tamar, provocado por outro irmão (também filho de Davi, porém, de outra mãe) Amnom. Toda a história se encontra entre II Samuel 13:1 e 18:33.
Frustração
Precisamos notar a frustração de Absalão em relação a seu pai, Davi, quando nutriu a expectativa de que o pai exerceria juízo sobre Amnom por este haver violentado sua irmã, Tamar. Dois anos inteiros, porém, se passaram (II Sm. 13:23), sem que Davi transformasse sua ira pelo ocorrido (II Sm. 13:21) em solução prática de disciplina e correção do problema.
Absalão estava frustrado com o seu pai, Davi. A expectativa não satisfeita foi produzindo, no decorrer daqueles dois anos, um sentimento de revolta tanto em relação ao pai que não julgou a causa, quanto em relação ao agressor, Amnom, que continuava impune depois de tamanha ofensa.
Perguntamos: Como você lida com as expectativas não alcançadas em relação a certas pessoas importantes para você? Como você reage à percepção de que o seu cônjuge, patrão, filho, amigo, pai, mãe, ou quem quer que seja, possivelmente não seja exatamente quem você queria que fosse, ou não esteja agindo de acordo com o que você esperava? Tem você frustrado a expectativa de alguém?
Para meditação: Sl. 62:5; Sl. 71:5; Pv. 13:12; Lm. 3:26.
Reprimindo os Sentimentos
Por falta de ação do pai, Absalão decide fazer justiça por conta própria, mandando matar Amnom (II Sm. 13:28). Depois disso ele foge e fica três anos longe do pai (II Sm. 13:38). Embora demasiadamente triste pela morte de Amnom, Davi começa a sentir saudades de Absalão; é quando ele permite que o filho volte a Jerusalém, sem contudo, ter o direito de ver a sua face (II Sm. 14:24 e 28).
Davi sentiu saudades do filho, mas não se permitiu transformar esse sentimento em fator motivador para uma restauração do relacionamento entre eles. Antes, reprimiu a saudade e se manteve à distância, como se o filho nada representasse para ele.
Perguntamos: Você é capaz de reprimir um sentimento restaurador em relação a alguém só para não dar o “braço a torcer”? Quando você sente a compaixão de Deus por alguém que lhe feriu, você consegue conviver naturalmente com a ausência de conversão dessa compaixão em atitude prática de perdão?
Para meditação: Sl. 22:24; Gn. 50:21.
Tempo Desperdiçado.
Se você está fazendo as contas, certamente percebeu que já se passaram sete anos desde a violência sexual sofrida por Tamar. Por dois anos Absalão esperou pelo juízo do pai. Por três anos esteve como fugitivo depois de matar Amnom. Por dois anos esteve em Jerusalém sem ver a face do pai.
Sete anos de relacionamentos rompidos, e de muitas lembranças saudosas, afetos sufocados, vontade de estar perto, de abraçar, de beijar, de falar sobre tantas coisas, mas ao mesmo tempo, de tanta distância e tanta decepção de um para com o outro.
Perguntamos: Temos resolvido nossas pendências nos relacionamentos no decorrer dos anos de vida, ou temos deixado as coisas como estão por tempo indeterminado?
Para meditação: Gn. 46:29; Mt. 5:25; Gl. 6:10; Ef. 5:16.
Indiferença
Por fim, Davi decide receber o filho em seu palácio real (II Sm. 14:33). Depois de muita insistência e de muito clamor por parte de Absalão para ver o pai e receber dele alguma palavra, ainda que fosse de extrema repreensão, Davi consente em ver o filho. Absalão se apresenta e, humildemente, se prostra ante o rei. Para surpresa de todos e maior decepção de Absalão, Davi se limita a beijar a face do filho e mais nada. Revoltado, ele empreende uma grande rebelião contra o pai, que culmina em sua própria morte (II Sm. 18:15).
Se ele fosse repreendido pelo que fizera, se o pai tivesse dispensado uma longa conversa com ele sobre tudo o que aconteceu, se Davi demonstrasse interesse de julgar com justiça ao mesmo tempo em que restaurasse o filho à comunhão, e se o próprio Absalão não tivesse perdido a esperança de que dias melhores viriam, então tudo, certamente, teria um desfecho diferente. O simples beijo no rosto depois de tanto tempo de distanciamento entre eles, demonstrou indiferença, que acreditamos ser uma das mais poderosas armas contra os relacionamentos.
Perguntamos: Como encaramos a indiferença por parte de quem mais amamos? Somos indiferentes quanto às questões de interesse das pessoas que nos cercam?
Para meditação: Pv. 19:18; Is. 57:10.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
O Conflito de Caim
Introdução
A história de Caim e Abel será o nosso ponto de partida para as reflexões sobre relacionamentos. Que o Senhor nos abençoe nesta jornada, enquanto buscamos atitudes relacionais que O glorifiquem.
Relacionamentos Turbulentos que Afetam Outros Relacionamentos
(Gênesis 4:4-5) - E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.
Caim havia apresentado uma oferta a Deus que, no fundo, sabia não ser a que o Senhor esperava dele. Desde que seus pais, Adão e Eva, pecaram e aprenderam que a oferta aceitável estava relacionada à morte de um animal, Caim estava consciente do que deveria fazer. Seu irmão, Abel, foi aceito por Deus justamente pelo tipo de oferta que apresentou e pelo coração com que a apresentou.
Mas, queremos chegar na questão do relacionamento. O estremecimento da relação de Caim para com Deus abalou também a sua relação com o irmão. É claro que não de Deus para Caim, mas de Caim para Deus.
Perguntamos: Até que ponto permitimos que o aborrecimento para com o chefe, por exemplo, comprometa a relação com a nossa família? Somos maduros o suficiente para focar o nosso problema com alguém de forma a buscar resolve-lo de forma direcionada e adulta, sem deixar respingar nas outras esferas de relacionamentos?
Para meditação: Gn. 30:1; Efésios 4:26-27,29,31-32.
O Sentimento de Inveja Como Semente Destrutiva
(Gênesis 4:5b) E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante
Não ter sido aceito por Deus ao mesmo tempo em que seu irmão o foi, fez com que ele começasse a nutrir sentimentos negativos contra quem nenhum mal lhe fez. A esse sentimento interior negativo chamamos de inveja, que se apresentou com a capa da ira.
Inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Perguntamos: Como reagimos diante do sucesso do outro, principalmente quando a expectativa pelo nosso próprio êxito não é satisfeita? Como será o nosso relacionamento com ele a partir dessa experiência?
Para meditação: Pv. 14:30; 27:4; Ec. 4:4; Rm. 13:13; I Co. 3:3; II Co. 12:20; Gl. 5:21 e 26; Tt. 3:3; Tg. 3:14 e 16.
A Responsabilidade de Sujeitar os Desejos
(Gênesis 4:7) - Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.
Deus que conhece os corações logo trouxe uma advertência a Caim: (Gênesis 4:7) – “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.”
Em outras palavras, somos responsáveis pela administração dos nossos desejos, sentimentos e inclinações, sempre sabendo que se não os sujeitarmos à vontade de Deus, eles nos levarão ao pecado com todas as suas conseqüências.
Perguntamos: Estamos agindo de forma responsável para com os nossos sentimentos negativos? Estamos cuidando para que eles não cresçam a ponto de nos conduzirem a, não somente pecar contra Deus, mas também contra o próximo?
Para meditação: 2 Coríntios 10:5; Filipenses 4:8.
O Homicídio Literal Como Conseqüência do Homicídio do Coração
(Gênesis 4:8) - E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou.
No Sermão da Montanha Jesus disse: (Mateus 5:21-22) – “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.”
Jesus está ensinando que o homicídio começa em nosso coração antes da prática literal. Caim não sujeitou os seus sentimentos de ira e inveja, concebeu o pecado de homicídio em seu coração e desfechou sua loucura matando seu irmão.
Perguntamos: Estamos conscientes de que os nossos atos externos são conseqüências do que geramos primeiro no coração?
Para meditação: Marcos 7:20-23; 1 Pedro 2:1-3.
A história de Caim e Abel será o nosso ponto de partida para as reflexões sobre relacionamentos. Que o Senhor nos abençoe nesta jornada, enquanto buscamos atitudes relacionais que O glorifiquem.
Relacionamentos Turbulentos que Afetam Outros Relacionamentos
(Gênesis 4:4-5) - E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta. Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante.
Caim havia apresentado uma oferta a Deus que, no fundo, sabia não ser a que o Senhor esperava dele. Desde que seus pais, Adão e Eva, pecaram e aprenderam que a oferta aceitável estava relacionada à morte de um animal, Caim estava consciente do que deveria fazer. Seu irmão, Abel, foi aceito por Deus justamente pelo tipo de oferta que apresentou e pelo coração com que a apresentou.
Mas, queremos chegar na questão do relacionamento. O estremecimento da relação de Caim para com Deus abalou também a sua relação com o irmão. É claro que não de Deus para Caim, mas de Caim para Deus.
Perguntamos: Até que ponto permitimos que o aborrecimento para com o chefe, por exemplo, comprometa a relação com a nossa família? Somos maduros o suficiente para focar o nosso problema com alguém de forma a buscar resolve-lo de forma direcionada e adulta, sem deixar respingar nas outras esferas de relacionamentos?
Para meditação: Gn. 30:1; Efésios 4:26-27,29,31-32.
O Sentimento de Inveja Como Semente Destrutiva
(Gênesis 4:5b) E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o semblante
Não ter sido aceito por Deus ao mesmo tempo em que seu irmão o foi, fez com que ele começasse a nutrir sentimentos negativos contra quem nenhum mal lhe fez. A esse sentimento interior negativo chamamos de inveja, que se apresentou com a capa da ira.
Inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre).
Perguntamos: Como reagimos diante do sucesso do outro, principalmente quando a expectativa pelo nosso próprio êxito não é satisfeita? Como será o nosso relacionamento com ele a partir dessa experiência?
Para meditação: Pv. 14:30; 27:4; Ec. 4:4; Rm. 13:13; I Co. 3:3; II Co. 12:20; Gl. 5:21 e 26; Tt. 3:3; Tg. 3:14 e 16.
A Responsabilidade de Sujeitar os Desejos
(Gênesis 4:7) - Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.
Deus que conhece os corações logo trouxe uma advertência a Caim: (Gênesis 4:7) – “Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.”
Em outras palavras, somos responsáveis pela administração dos nossos desejos, sentimentos e inclinações, sempre sabendo que se não os sujeitarmos à vontade de Deus, eles nos levarão ao pecado com todas as suas conseqüências.
Perguntamos: Estamos agindo de forma responsável para com os nossos sentimentos negativos? Estamos cuidando para que eles não cresçam a ponto de nos conduzirem a, não somente pecar contra Deus, mas também contra o próximo?
Para meditação: 2 Coríntios 10:5; Filipenses 4:8.
O Homicídio Literal Como Conseqüência do Homicídio do Coração
(Gênesis 4:8) - E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou.
No Sermão da Montanha Jesus disse: (Mateus 5:21-22) – “Ouvistes que foi dito aos antigos: Não matarás; mas qualquer que matar será réu de juízo. Eu, porém, vos digo que qualquer que, sem motivo, se encolerizar contra seu irmão, será réu de juízo; e qualquer que disser a seu irmão: Raca, será réu do sinédrio; e qualquer que lhe disser: Louco, será réu do fogo do inferno.”
Jesus está ensinando que o homicídio começa em nosso coração antes da prática literal. Caim não sujeitou os seus sentimentos de ira e inveja, concebeu o pecado de homicídio em seu coração e desfechou sua loucura matando seu irmão.
Perguntamos: Estamos conscientes de que os nossos atos externos são conseqüências do que geramos primeiro no coração?
Para meditação: Marcos 7:20-23; 1 Pedro 2:1-3.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
O Avivamento Que Gera Filhos Para o Homem e Para Deus
Texto Bíblico: I Samuel 1:1-28
Introdução
Você já parou para pensar que a sua maior necessidade ou desejo pode representar exatamente a maior necessidade ou desejo de Deus? Creio que esse pensamento ficará mais claro ao nosso entendimento a partir da experiência de Ana, personagem da história de hoje.
Ana e a Necessidade de Um Filho.
“E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. (I Samuel 1:6) - E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre.” I Samuel 1:2
Ana era uma das esposas de Elcana, chamando-se a outra, Penina. Com grande tristeza Ana via seus anos se passarem sem desfrutar do privilégio de ter filhos, tendo de suportar com amargura as provocações de sua rival que os tinha naturalmente. Era uma grande desonra para uma mulher o não poder gerar filhos e Ana já não suportava mais aquela situação que era agravada pela zombaria de Penina. Ana passou a desejar um filho mais do que a própria vida, e determinada a busca-lo em Deus, dirigiu-se ao lugar de adoração em Siló e ali derramou toda a sua alma, chorando, pedindo e clamando para que o Senhor a ouvisse concedendo-lhe o seu pedido.
Precisamos conhecer e caminhar mais pelo caminho percorrido por Ana. Ela sabia que Deus a havia impedido de ter filhos (1:5) e que só Ele poderia remover qualquer impedimento. Filipenses 4:6 e Salmo 37:5 falam que os nossos pedidos, desejos, sonhos, e necessidades devem ser entregues a Deus. Esse foi o caminho que Ana escolheu para si.
Deus e a Necessidade de Um Filho.
“Era, porém, Eli já muito velho, e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel, e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.” I Samuel 2:22
Deixando de lado por um pouco a necessidade de Ana, veremos que Deus também necessitava de um filho naqueles dias. Um filho que lhe fosse obediente, temente, sério, e que realmente se preocupasse em servir às pessoas e não aos seus próprios interesses. O sacerdote daqueles dias era Eli, já velho e sem autoridade sobre seus filhos, rebeldes e carnais. Deus já não podia falar ao povo por intermédio deles, mas somente contra eles através de outros profetas (I Samuel 2:30). Toda a nação pereceria se o Senhor não levantasse alguém como representante espiritual do povo diante dEle. Portanto, Deus também precisava de um filho.
É muito bom quando conseguimos pensar não apenas em nossos problemas ou desafios. Deus também precisa resolver algumas questões que podem estar relacionadas às nossas questões. Então, vamos procurar entender melhor como as duas necessidades, a humana (de Ana) e a divina, podem dar as mãos.
A Parceria Entre Deus e Ana.
“E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” I Samuel 1:11
Por trás das dificuldades de Ana, estava o Senhor levando-a a um determinado lugar. Foi Ele quem cerrou-lhe a madre para não gerar filhos. Foi Ele quem permitiu a presença de uma Penina para provoca-la. Foi Ele quem a conduziu a um estado de indignação com aquela situação até que ela dissesse: “Basta!!!”. No clamor dela, um filho é gerado em suas entranhas e consagrado ao Senhor. Ana entrou em parceria com Deus e ambos ganharam. Ela viu o seu opróbrio desfeito e Ele ganhou um filho com quem pudesse se relacionar e a quem pudesse usar. (I Samuel 3:10) – “Então veio o SENHOR, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve.” Samuel nasceu e foi entregue a Deus aos cuidados do sacerdote Eli. Mas como Ele é justo, bondoso e compassivo, permitiu que Ana tivesse outros filhos em lugar do que fora entregue ao Senhor: (I Samuel 2:21) – “Visitou, pois, o SENHOR a Ana, que concebeu, e deu à luz três filhos e duas filhas; e o jovem Samuel crescia diante do SENHOR.”
Nós também possuímos nossas necessidades. Porém, nem sempre temos a percepção de que o que precisamos pode ser exatamente o mesmo que Deus precisa. Quando entendemos isso conseguimos ver nossos desafios, sejam financeiros, familiares, profissionais, ministeriais, saúde, ou qualquer outro que seja, não mais a partir do nosso próprio ponto de vista, mas do de Deus. Chegaremos à conclusão que o Senhor pode abençoar a nossa casa tremendamente se soubermos dedica-la a Ele, sendo Ele o maior interessado em usa-la. Nas finanças, por exemplo, Ele quer e pode nos abençoar. A nossa prosperidade material colocada nas mãos dEle poderá suprir as nossas necessidades e a de tantas pessoas a quem Ele quer abençoar através de nós.
Conclusão
Concluímos que Deus procura alguém que se identifique com as necessidades dEle a partir das experiências terrenas, e que decida entrar em parceria com Ele para gerar mudanças. A dor de Ana era a dor de Deus. Ambos buscavam um filho. Samuel foi a resposta contra o opróbrio de Ana e a favor dos propósitos do Senhor.
Introdução
Você já parou para pensar que a sua maior necessidade ou desejo pode representar exatamente a maior necessidade ou desejo de Deus? Creio que esse pensamento ficará mais claro ao nosso entendimento a partir da experiência de Ana, personagem da história de hoje.
Ana e a Necessidade de Um Filho.
“E este tinha duas mulheres: o nome de uma era Ana, e o da outra Penina. E Penina tinha filhos, porém Ana não os tinha. (I Samuel 1:6) - E a sua rival excessivamente a provocava, para a irritar; porque o SENHOR lhe tinha cerrado a madre.” I Samuel 1:2
Ana era uma das esposas de Elcana, chamando-se a outra, Penina. Com grande tristeza Ana via seus anos se passarem sem desfrutar do privilégio de ter filhos, tendo de suportar com amargura as provocações de sua rival que os tinha naturalmente. Era uma grande desonra para uma mulher o não poder gerar filhos e Ana já não suportava mais aquela situação que era agravada pela zombaria de Penina. Ana passou a desejar um filho mais do que a própria vida, e determinada a busca-lo em Deus, dirigiu-se ao lugar de adoração em Siló e ali derramou toda a sua alma, chorando, pedindo e clamando para que o Senhor a ouvisse concedendo-lhe o seu pedido.
Precisamos conhecer e caminhar mais pelo caminho percorrido por Ana. Ela sabia que Deus a havia impedido de ter filhos (1:5) e que só Ele poderia remover qualquer impedimento. Filipenses 4:6 e Salmo 37:5 falam que os nossos pedidos, desejos, sonhos, e necessidades devem ser entregues a Deus. Esse foi o caminho que Ana escolheu para si.
Deus e a Necessidade de Um Filho.
“Era, porém, Eli já muito velho, e ouvia tudo quanto seus filhos faziam a todo o Israel, e de como se deitavam com as mulheres que em bandos se ajuntavam à porta da tenda da congregação.” I Samuel 2:22
Deixando de lado por um pouco a necessidade de Ana, veremos que Deus também necessitava de um filho naqueles dias. Um filho que lhe fosse obediente, temente, sério, e que realmente se preocupasse em servir às pessoas e não aos seus próprios interesses. O sacerdote daqueles dias era Eli, já velho e sem autoridade sobre seus filhos, rebeldes e carnais. Deus já não podia falar ao povo por intermédio deles, mas somente contra eles através de outros profetas (I Samuel 2:30). Toda a nação pereceria se o Senhor não levantasse alguém como representante espiritual do povo diante dEle. Portanto, Deus também precisava de um filho.
É muito bom quando conseguimos pensar não apenas em nossos problemas ou desafios. Deus também precisa resolver algumas questões que podem estar relacionadas às nossas questões. Então, vamos procurar entender melhor como as duas necessidades, a humana (de Ana) e a divina, podem dar as mãos.
A Parceria Entre Deus e Ana.
“E fez um voto, dizendo: SENHOR dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao SENHOR o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha.” I Samuel 1:11
Por trás das dificuldades de Ana, estava o Senhor levando-a a um determinado lugar. Foi Ele quem cerrou-lhe a madre para não gerar filhos. Foi Ele quem permitiu a presença de uma Penina para provoca-la. Foi Ele quem a conduziu a um estado de indignação com aquela situação até que ela dissesse: “Basta!!!”. No clamor dela, um filho é gerado em suas entranhas e consagrado ao Senhor. Ana entrou em parceria com Deus e ambos ganharam. Ela viu o seu opróbrio desfeito e Ele ganhou um filho com quem pudesse se relacionar e a quem pudesse usar. (I Samuel 3:10) – “Então veio o SENHOR, e pôs-se ali, e chamou como das outras vezes: Samuel, Samuel. E disse Samuel: Fala, porque o teu servo ouve.” Samuel nasceu e foi entregue a Deus aos cuidados do sacerdote Eli. Mas como Ele é justo, bondoso e compassivo, permitiu que Ana tivesse outros filhos em lugar do que fora entregue ao Senhor: (I Samuel 2:21) – “Visitou, pois, o SENHOR a Ana, que concebeu, e deu à luz três filhos e duas filhas; e o jovem Samuel crescia diante do SENHOR.”
Nós também possuímos nossas necessidades. Porém, nem sempre temos a percepção de que o que precisamos pode ser exatamente o mesmo que Deus precisa. Quando entendemos isso conseguimos ver nossos desafios, sejam financeiros, familiares, profissionais, ministeriais, saúde, ou qualquer outro que seja, não mais a partir do nosso próprio ponto de vista, mas do de Deus. Chegaremos à conclusão que o Senhor pode abençoar a nossa casa tremendamente se soubermos dedica-la a Ele, sendo Ele o maior interessado em usa-la. Nas finanças, por exemplo, Ele quer e pode nos abençoar. A nossa prosperidade material colocada nas mãos dEle poderá suprir as nossas necessidades e a de tantas pessoas a quem Ele quer abençoar através de nós.
Conclusão
Concluímos que Deus procura alguém que se identifique com as necessidades dEle a partir das experiências terrenas, e que decida entrar em parceria com Ele para gerar mudanças. A dor de Ana era a dor de Deus. Ambos buscavam um filho. Samuel foi a resposta contra o opróbrio de Ana e a favor dos propósitos do Senhor.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
O Avivamento Que Livra da Aflição
Texto Bíblico: I Crônicas 4:9-10
Introdução
Jabez – “Ele Causará Dor” ou “Aflição” – Recebeu esse nome porque a mãe dele disse: “porque com dores o dei à luz”. Ele foi um homem abençoado por Deus porque teve a sua oração ouvida. Sobre o teor da oração e o que ele pediu a Deus falaremos nos tópicos dessa lição. Antes disso, porém, queremos enfatizar sobre o que poderia ter motivado Jabez a fazer a oração que fez. Acredito que havia um temor que rondava a vida desse homem, provavelmente por causa da sua origem ou mais propriamente pelo nome que recebeu. O seu nome fala de aflição, de dor. O seu clamor, portanto, de alguma forma buscava uma mudança de curso ou uma bênção que o distanciasse de tudo o que seu nome sugeria: dor e aflição. Deus o ouviu e o abençoou. O que Jabez buscava?
A Bênção Divina.
“Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo...” – I Crônicas 4:10a
A despeito do nome que recebera, Jabez buscava a bênção de Deus sobre ele. “A bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores.” (Provérbios 10:22). Jabez sabia que se a bênção do Senhor se manifestasse não haveria possibilidade de se prevalecer a dor. Não importava a visão de dor e de aflição que a pessoa de Jabez provocou em sua mãe na hora do parto. A bênção do Senhor era capaz de desfazer aquela visão e projetar uma nova imagem de êxito e vitória.
A bênção do Senhor sobre sua vida é que pode desfazer as palavras de maldição que porventura você tenha recebido na hora do parto, ou durante a sua infância, ou durante qualquer outro período da sua vida.
A Amplitude Divina.
“...e meus termos ampliares...” – I Crônicas 4:10b
A bênção divina traz consigo amplitude. É a capacidade de ampliar seus territórios, de fazer prosperar seu trabalho e multiplicar seus rendimentos. Dor e aflição sugerem perdas e prejuízos em todos os sentidos. É certo que o Senhor também trabalha através de situações difíceis. Deuteronômio 8:3 diz: “E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem.”. Porém, uma vez trabalhado o coração e removidas as devidas escórias de idolatria, auto-suficiência ou qualquer outra ramificação do mal, o plano final é trazer amplitude, conforme Deuteronômio 8:9-10: “Terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela; terra cujas pedras são ferro, e de cujos montes tu cavarás o cobre.
Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao SENHOR teu Deus pela boa terra que te deu.”
Precisamos compreender que o Senhor continua nos provando em nossos caminhos para que nós mesmos saibamos o que há em nosso coração. No entanto, Ele é bom e deseja nos dar largueza. Aprendamos e vivamos os princípios bíblicos para que experimentemos a porção de amplitude que Ele têm reservado para nós.
A Companhia Divina.
“...e a tua mão for comigo...” – I Crônicas 4:10c
Nada pode ser mais gratificante do que a certeza da presença divina conosco. Muitas vezes somos bombardeados por imagens, palavras, lembranças ou sentimentos destrutivos que insistem em querer nos acompanhar. Acredito que por muito tempo Jabez viveu com a impressão de que a sombra do fracasso estava ali por perto, sempre presente. Ele estava cansado disto e decidiu clamar para que a presença divina apagasse aquela sombra maligna.
Qual tem sido a nossa companhia? Temos desfrutado da mão divina sobre nós ou ainda somos assombrados por nuvens de desespero, melancolia, falta de perspectiva, dor ou aflição?
A Proteção Divina.
“...e fizeres que do mal não seja afligido!” – I Crônicas 4:10d
Sinto como se Jabez estivesse orando mais ou menos assim: “Senhor, livra-me da aflição que o meu nome sugere!”. Na oração do Pai Nosso, Jesus nos ensina a pedirmos livramento do mal, em Mateus 6:13: “E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” A promessa divina é a de que aquele que anda nos caminhos de Deus nunca estará nas trevas, mas na luz; e como conseqüência será protegido do mal. I João 5:18 diz: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.”
A proteção contra o mal está disponível a todo aquele que crê e anda nos caminhos de Deus. Jabez orou e foi atendido. O Senhor o livrou dos males da vida e o cercou de graça e de glória. Confia que essa provisão também é para você.
Conclusão
A oração de Jabez foi simples mas eficaz. Ele pediu a bênção, a amplitude, a companhia e a proteção divina, elementos que fizeram dele um homem mais ilustre do que seus irmãos, porque Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.
Introdução
Jabez – “Ele Causará Dor” ou “Aflição” – Recebeu esse nome porque a mãe dele disse: “porque com dores o dei à luz”. Ele foi um homem abençoado por Deus porque teve a sua oração ouvida. Sobre o teor da oração e o que ele pediu a Deus falaremos nos tópicos dessa lição. Antes disso, porém, queremos enfatizar sobre o que poderia ter motivado Jabez a fazer a oração que fez. Acredito que havia um temor que rondava a vida desse homem, provavelmente por causa da sua origem ou mais propriamente pelo nome que recebeu. O seu nome fala de aflição, de dor. O seu clamor, portanto, de alguma forma buscava uma mudança de curso ou uma bênção que o distanciasse de tudo o que seu nome sugeria: dor e aflição. Deus o ouviu e o abençoou. O que Jabez buscava?
A Bênção Divina.
“Porque Jabez invocou o Deus de Israel, dizendo: Se me abençoares muitíssimo...” – I Crônicas 4:10a
A despeito do nome que recebera, Jabez buscava a bênção de Deus sobre ele. “A bênção do SENHOR é que enriquece; e não traz consigo dores.” (Provérbios 10:22). Jabez sabia que se a bênção do Senhor se manifestasse não haveria possibilidade de se prevalecer a dor. Não importava a visão de dor e de aflição que a pessoa de Jabez provocou em sua mãe na hora do parto. A bênção do Senhor era capaz de desfazer aquela visão e projetar uma nova imagem de êxito e vitória.
A bênção do Senhor sobre sua vida é que pode desfazer as palavras de maldição que porventura você tenha recebido na hora do parto, ou durante a sua infância, ou durante qualquer outro período da sua vida.
A Amplitude Divina.
“...e meus termos ampliares...” – I Crônicas 4:10b
A bênção divina traz consigo amplitude. É a capacidade de ampliar seus territórios, de fazer prosperar seu trabalho e multiplicar seus rendimentos. Dor e aflição sugerem perdas e prejuízos em todos os sentidos. É certo que o Senhor também trabalha através de situações difíceis. Deuteronômio 8:3 diz: “E te humilhou, e te deixou ter fome, e te sustentou com o maná, que tu não conheceste, nem teus pais o conheceram; para te dar a entender que o homem não viverá só de pão, mas de tudo o que sai da boca do SENHOR viverá o homem.”. Porém, uma vez trabalhado o coração e removidas as devidas escórias de idolatria, auto-suficiência ou qualquer outra ramificação do mal, o plano final é trazer amplitude, conforme Deuteronômio 8:9-10: “Terra em que comerás o pão sem escassez, e nada te faltará nela; terra cujas pedras são ferro, e de cujos montes tu cavarás o cobre.
Quando, pois, tiveres comido, e fores farto, louvarás ao SENHOR teu Deus pela boa terra que te deu.”
Precisamos compreender que o Senhor continua nos provando em nossos caminhos para que nós mesmos saibamos o que há em nosso coração. No entanto, Ele é bom e deseja nos dar largueza. Aprendamos e vivamos os princípios bíblicos para que experimentemos a porção de amplitude que Ele têm reservado para nós.
A Companhia Divina.
“...e a tua mão for comigo...” – I Crônicas 4:10c
Nada pode ser mais gratificante do que a certeza da presença divina conosco. Muitas vezes somos bombardeados por imagens, palavras, lembranças ou sentimentos destrutivos que insistem em querer nos acompanhar. Acredito que por muito tempo Jabez viveu com a impressão de que a sombra do fracasso estava ali por perto, sempre presente. Ele estava cansado disto e decidiu clamar para que a presença divina apagasse aquela sombra maligna.
Qual tem sido a nossa companhia? Temos desfrutado da mão divina sobre nós ou ainda somos assombrados por nuvens de desespero, melancolia, falta de perspectiva, dor ou aflição?
A Proteção Divina.
“...e fizeres que do mal não seja afligido!” – I Crônicas 4:10d
Sinto como se Jabez estivesse orando mais ou menos assim: “Senhor, livra-me da aflição que o meu nome sugere!”. Na oração do Pai Nosso, Jesus nos ensina a pedirmos livramento do mal, em Mateus 6:13: “E não nos induzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém.” A promessa divina é a de que aquele que anda nos caminhos de Deus nunca estará nas trevas, mas na luz; e como conseqüência será protegido do mal. I João 5:18 diz: “Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática do pecado; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca.”
A proteção contra o mal está disponível a todo aquele que crê e anda nos caminhos de Deus. Jabez orou e foi atendido. O Senhor o livrou dos males da vida e o cercou de graça e de glória. Confia que essa provisão também é para você.
Conclusão
A oração de Jabez foi simples mas eficaz. Ele pediu a bênção, a amplitude, a companhia e a proteção divina, elementos que fizeram dele um homem mais ilustre do que seus irmãos, porque Deus lhe concedeu o que lhe tinha pedido.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O Avivamento Que Levanta Profetas
Texto Bíblico: I Reis 16:34 e 17:1
Introdução
O profeta Elias foi um homem que surgiu a partir da revelação em seu coração de que Deus estava vivo e não morto como muitos pensavam. Conforme 1 Reis 16:34, houve um homem chamado Hiel que sofreu a morte do seu filho mais velho no tempo em que estava lançando os fundamentos da cidade de Jericó, para reconstruí-la. Por ocasião da conclusão da obra, quando colocavam as portas da cidade, morreu-lhe o filho mais novo. Na verdade o que estava acontecendo ali era somente o cumprimento de uma palavra profética proferida há mais ou menos 100 anos, pela boca de Josué, que amaldiçoava a qualquer pessoa que empreendesse o trabalho de reconstrução de Jericó, conforme Josué 6:26 – “E naquele tempo Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; sobre seu primogênito a fundará, e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas.” O ocorrido se deu nos dias de Elias, e com base no que ele pôde perceber de toda a situação, extraímos lições que continuam vivas até hoje.
Não Podemos Viver Como se Deus Estivesse Morto.
Em seus dias Hiel, o betelita, edificou a Jericó; em Abirão, seu primogênito, a fundou, e em Segube, seu filho menor, pôs as suas portas; conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de Josué, filho de Num - I Reis 16:34.
Hiel Significa “Deus Vive”; no entanto, ao reconstruir uma cidade que Deus havia dito para não reconstruir, ele agiu como se Deus estivesse morto ou não mais se importando com o que havia dito. O preço que ele pagou por ignorar a existência divina e o poder da Sua Palavra foi alto demais: a vida de seus dois filhos.
Muitas pessoas ainda hoje levam o nome de Deus nos lábios, nos carros, no pescoço, ou até mesmo no próprio nome; mas vivem como se Ele não existisse. Elias não fez assim, e por isso teve a sua vida totalmente transformada.
A Palavra de Deus Está Viva Hoje! “ENTÃO Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o SENHOR Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.” - I Reis 17:1
O caso com os filhos de Hiel se deu nos dias de Elias. Ele observou a tudo e certamente chegou à conclusão que a Palavra de Deus continuava viva e ativa em sua geração. Se a profecia de Josué se cumpriu naquele tempo, todas as demais palavras divinas se cumpririam igualmente. Aqueles eram dias difíceis na relação espiritual do povo com Deus. Tempos de idolatria, afastamento de Deus e indiferença. Como conseqüência desse tipo de pecado na nação de Israel havia uma palavra liberada em Deuteronômio 28:21-22 – “E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro. O SENHOR dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças.” Por isso, Elias não hesitou em proclamar ausência de chuva sobre Israel até a liberação de uma segunda palavra, e isso, diante do rei Acabe.
Se Josué 6:26 se cumpriu na família de Hiel, Deuteronômio 28:21-22 também se cumpriria. Para nós que vivemos nos dias de hoje precisamos ter a mesma convicção. O Deus dos dias de Josué e de Elias continua vivo hoje e cumprindo a Sua Palavra da mesma forma. Precisamos apenas descobrir quais promessas ou juízos estão liberados nas Escrituras e, a partir da leitura que fazemos do nosso mundo atual, aplicar profeticamente essas verdades para a demolição dos projetos malignos e estabelecimento das colunas divinas.
Deus Se Alegra Mesmo é Com a Retomada das Chuvas.
“O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!...Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há ruído de uma abundante chuva.” - I Reis 18:39 e 41.
As duas experiências relatadas anteriormente referentes à casa de Hiel e à retenção das chuvas, foram conseqüência do juízo divino profetizado em tempos remotos. Porém, havia muitas promessas positivas de bênção que poderiam se cumprir da mesma forma nos tempos de Elias. Ele sabia quais eram essas promessas e também buscava seu cumprimento. Pelo que ele conhecia da Palavra de Deus, sabia que se o povo se arrependesse de seus pecados e se voltasse para o Senhor, a chuva seria liberada novamente, conforme Deuteronômio 11:13-14 – “E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar ao SENHOR vosso Deus, e de o servir de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite.”
Então, depois de um grande esforço na tentativa de levar toda a nação ao arrependimento, Elias conseguiu uma grande declaração de fé: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”. Logo em seguida declara sem titubear que já ouvia ruído de abundante chuva.
Assim será em sua vida quando você descobrir quais sejam as promessas que lhe estão disponíveis. Haverá sobre você ruído de abundante chuva de bênçãos!
Conclusão
Vimos que o nosso Senhor está vivo e Suas Palavras continuam tendo o mesmo poder que no passado. Não podemos viver como se Deus não existisse ou como se Suas Palavras não tivessem mais valor. Devemos esperar coisas boas relacionadas às promessas de vida, paz, libertação, saúde e prosperidade que Ele têm reservado para o seu povo, certos de que também o juízo dEle será estabelecido na vida dos que O desprezam através de suas atitudes e escolhas.
Introdução
O profeta Elias foi um homem que surgiu a partir da revelação em seu coração de que Deus estava vivo e não morto como muitos pensavam. Conforme 1 Reis 16:34, houve um homem chamado Hiel que sofreu a morte do seu filho mais velho no tempo em que estava lançando os fundamentos da cidade de Jericó, para reconstruí-la. Por ocasião da conclusão da obra, quando colocavam as portas da cidade, morreu-lhe o filho mais novo. Na verdade o que estava acontecendo ali era somente o cumprimento de uma palavra profética proferida há mais ou menos 100 anos, pela boca de Josué, que amaldiçoava a qualquer pessoa que empreendesse o trabalho de reconstrução de Jericó, conforme Josué 6:26 – “E naquele tempo Josué os esconjurou, dizendo: Maldito diante do SENHOR seja o homem que se levantar e reedificar esta cidade de Jericó; sobre seu primogênito a fundará, e sobre o seu filho mais novo lhe porá as portas.” O ocorrido se deu nos dias de Elias, e com base no que ele pôde perceber de toda a situação, extraímos lições que continuam vivas até hoje.
Não Podemos Viver Como se Deus Estivesse Morto.
Em seus dias Hiel, o betelita, edificou a Jericó; em Abirão, seu primogênito, a fundou, e em Segube, seu filho menor, pôs as suas portas; conforme a palavra do SENHOR, que falara pelo ministério de Josué, filho de Num - I Reis 16:34.
Hiel Significa “Deus Vive”; no entanto, ao reconstruir uma cidade que Deus havia dito para não reconstruir, ele agiu como se Deus estivesse morto ou não mais se importando com o que havia dito. O preço que ele pagou por ignorar a existência divina e o poder da Sua Palavra foi alto demais: a vida de seus dois filhos.
Muitas pessoas ainda hoje levam o nome de Deus nos lábios, nos carros, no pescoço, ou até mesmo no próprio nome; mas vivem como se Ele não existisse. Elias não fez assim, e por isso teve a sua vida totalmente transformada.
A Palavra de Deus Está Viva Hoje! “ENTÃO Elias, o tisbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe: Vive o SENHOR Deus de Israel, perante cuja face estou, que nestes anos nem orvalho nem chuva haverá, senão segundo a minha palavra.” - I Reis 17:1
O caso com os filhos de Hiel se deu nos dias de Elias. Ele observou a tudo e certamente chegou à conclusão que a Palavra de Deus continuava viva e ativa em sua geração. Se a profecia de Josué se cumpriu naquele tempo, todas as demais palavras divinas se cumpririam igualmente. Aqueles eram dias difíceis na relação espiritual do povo com Deus. Tempos de idolatria, afastamento de Deus e indiferença. Como conseqüência desse tipo de pecado na nação de Israel havia uma palavra liberada em Deuteronômio 28:21-22 – “E os teus céus, que estão sobre a cabeça, serão de bronze; e a terra que está debaixo de ti, será de ferro. O SENHOR dará por chuva sobre a tua terra, pó e poeira; dos céus descerá sobre ti, até que pereças.” Por isso, Elias não hesitou em proclamar ausência de chuva sobre Israel até a liberação de uma segunda palavra, e isso, diante do rei Acabe.
Se Josué 6:26 se cumpriu na família de Hiel, Deuteronômio 28:21-22 também se cumpriria. Para nós que vivemos nos dias de hoje precisamos ter a mesma convicção. O Deus dos dias de Josué e de Elias continua vivo hoje e cumprindo a Sua Palavra da mesma forma. Precisamos apenas descobrir quais promessas ou juízos estão liberados nas Escrituras e, a partir da leitura que fazemos do nosso mundo atual, aplicar profeticamente essas verdades para a demolição dos projetos malignos e estabelecimento das colunas divinas.
Deus Se Alegra Mesmo é Com a Retomada das Chuvas.
“O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o SENHOR é Deus! Só o SENHOR é Deus!...Então disse Elias a Acabe: Sobe, come e bebe, porque há ruído de uma abundante chuva.” - I Reis 18:39 e 41.
As duas experiências relatadas anteriormente referentes à casa de Hiel e à retenção das chuvas, foram conseqüência do juízo divino profetizado em tempos remotos. Porém, havia muitas promessas positivas de bênção que poderiam se cumprir da mesma forma nos tempos de Elias. Ele sabia quais eram essas promessas e também buscava seu cumprimento. Pelo que ele conhecia da Palavra de Deus, sabia que se o povo se arrependesse de seus pecados e se voltasse para o Senhor, a chuva seria liberada novamente, conforme Deuteronômio 11:13-14 – “E será que, se diligentemente obedecerdes a meus mandamentos que hoje vos ordeno, de amar ao SENHOR vosso Deus, e de o servir de todo o vosso coração e de toda a vossa alma, então darei a chuva da vossa terra a seu tempo, a temporã e a serôdia, para que recolhais o vosso grão, e o vosso mosto e o vosso azeite.”
Então, depois de um grande esforço na tentativa de levar toda a nação ao arrependimento, Elias conseguiu uma grande declaração de fé: “Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!”. Logo em seguida declara sem titubear que já ouvia ruído de abundante chuva.
Assim será em sua vida quando você descobrir quais sejam as promessas que lhe estão disponíveis. Haverá sobre você ruído de abundante chuva de bênçãos!
Conclusão
Vimos que o nosso Senhor está vivo e Suas Palavras continuam tendo o mesmo poder que no passado. Não podemos viver como se Deus não existisse ou como se Suas Palavras não tivessem mais valor. Devemos esperar coisas boas relacionadas às promessas de vida, paz, libertação, saúde e prosperidade que Ele têm reservado para o seu povo, certos de que também o juízo dEle será estabelecido na vida dos que O desprezam através de suas atitudes e escolhas.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
O Avivamento e as Nossas Necessidades
Texto Bíblico: I Reis 17:8-16
Introdução
Houve um homem na Bíblia chamado Elias. Ele era um profeta corajoso que teve a ousadia de falar ao rei de Israel todas as palavras que o Senhor havia ordenado. Por conta disso teve de fugir e aguardar até que Deus lhe mostrasse os passos seguintes. Numa certa ocasião o Senhor o direcionou para a casa de uma viúva da cidade de Sarepta de Sidom, para dela receber seu sustento. Hoje veremos lições tremendas de avivamento como fruto desse encontro entre Elias e a viúva.
Deus Queria Abençoar Aquela Viúva
“Então veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo: Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente” – I Reis 17:8-9.
Quem olha para o começo desta história vai pensar que o necessitado ali era Elias, enviado à viúva por causa da torrente de Querite que havia se secado. No entanto, quando o homem de Deus chegou àquela casa encontrou uma pobre viúva com o seu filho único prestes a comerem a última porção de alimento, para depois esperarem a morte chegar. Como alguém nessas condições poderia alimentar outra pessoa? No entanto, o envio de Elias àquele lugar estava dentro de um plano divino abençoador que pudesse mudar todo o curso de escassez, pobreza e necessidades, vividas por aquela família.
Em nossa vida também acontece o mesmo. Nas nossas maiores necessidades às vezes somos desafiados a socorrer outras pessoas. Quando isso acontece provavelmente é Deus criando uma oportunidade para nos abençoar.
Deus Conhecia Aquela Viúva
“Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome; e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidom, a uma mulher viúva” – Lucas 4:25-26.
Deus conhecia a necessidade de todas as viúvas que viviam em Israel naqueles dias. Porém, Seus olhos se voltaram para aquela de Sarepta de Sidom. Muitas outras, provavelmente, estavam passando por situações bem críticas por causa da falta de chuvas e conseqüente fome daquele tempo. No entanto, apenas uma foi abençoada com um milagre tão especial como o vivido pela viúva de Sarepta de Sidom. O que queremos dizer é que não basta sabermos que Deus conhece nossas necessidades; o mais importante é que Deus nos conheça, e a partir desse conhecimento, Se incline em nosso favor.
Acreditamos que o que Deus conhecia naquela viúva que o inspirou a socorre-la, dentre tantas outras virtudes, era a capacidade dela crer e obedecer a despeito de todas as evidências contrárias, como veremos a seguir. Têm sido assim em sua vida?
Deus Se Movia Através das Atitudes Daquela Viúva
“E ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias” - I Reis 17:15.
Estranhamente aos olhos humanos, mesmo sabendo que a viúva só mantinha um pouco de farinha e azeite para ela e seu filho, Elias insiste que o bolo seja feito primeiro para ele e depois para ela e o menino. Nos dias de hoje tal atitude do profeta poderia ser questionada como se houvesse algum interesse de se aproveitar de uma pobre viúva desamparada. Porém, dentro de um direcionamento divino Elias sabia que ao preparar o bolo e entrega-lo primeiro a ele, aquela mulher estaria liberando um processo abençoador a seu próprio favor. Como na lei da semeadura onde primeiro damos para depois recebermos, assim se daria naquela situação. “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” – Lucas 6:38.
Se ela se apegasse àquela pequena porção de alimento como sendo sua tábua de salvação tudo acabaria ali naquela mesma hora. Mas ela decidiu olhar mais além e crer na Palavra de Deus proferida pela boca do profeta. Maravilhosamente o Senhor se moveu a partir daquela decisão e atitude promovendo avivamento, multiplicação e grande salvação, para alegria de todos.
Conclusão
Três elementos foram notórios na vida da viúva personagem da lição de hoje. Deus queria abençoa-la e promoveu uma forma de o faze-lo, enviando um profeta para ser sustentado por ela. A vida daquela mulher atraiu o olhar divino; mesmo sendo estrangeira, distinguiu-se de tantas outras viúvas de Israel. Seu ato de obediência e fé gerou um dos mais impressionantes milagres de provisão conhecidos no Antigo Testamento. “Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou; conforme a palavra do SENHOR, que ele falara pelo ministério de Elias”- I Reis 17:16.
Introdução
Houve um homem na Bíblia chamado Elias. Ele era um profeta corajoso que teve a ousadia de falar ao rei de Israel todas as palavras que o Senhor havia ordenado. Por conta disso teve de fugir e aguardar até que Deus lhe mostrasse os passos seguintes. Numa certa ocasião o Senhor o direcionou para a casa de uma viúva da cidade de Sarepta de Sidom, para dela receber seu sustento. Hoje veremos lições tremendas de avivamento como fruto desse encontro entre Elias e a viúva.
Deus Queria Abençoar Aquela Viúva
“Então veio a ele a palavra do SENHOR, dizendo: Levanta-te, e vai para Sarepta, que é de Sidom, e habita ali; eis que eu ordenei ali a uma mulher viúva que te sustente” – I Reis 17:8-9.
Quem olha para o começo desta história vai pensar que o necessitado ali era Elias, enviado à viúva por causa da torrente de Querite que havia se secado. No entanto, quando o homem de Deus chegou àquela casa encontrou uma pobre viúva com o seu filho único prestes a comerem a última porção de alimento, para depois esperarem a morte chegar. Como alguém nessas condições poderia alimentar outra pessoa? No entanto, o envio de Elias àquele lugar estava dentro de um plano divino abençoador que pudesse mudar todo o curso de escassez, pobreza e necessidades, vividas por aquela família.
Em nossa vida também acontece o mesmo. Nas nossas maiores necessidades às vezes somos desafiados a socorrer outras pessoas. Quando isso acontece provavelmente é Deus criando uma oportunidade para nos abençoar.
Deus Conhecia Aquela Viúva
“Em verdade vos digo que muitas viúvas existiam em Israel nos dias de Elias, quando o céu se cerrou por três anos e seis meses, de sorte que em toda a terra houve grande fome; e a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a Sarepta de Sidom, a uma mulher viúva” – Lucas 4:25-26.
Deus conhecia a necessidade de todas as viúvas que viviam em Israel naqueles dias. Porém, Seus olhos se voltaram para aquela de Sarepta de Sidom. Muitas outras, provavelmente, estavam passando por situações bem críticas por causa da falta de chuvas e conseqüente fome daquele tempo. No entanto, apenas uma foi abençoada com um milagre tão especial como o vivido pela viúva de Sarepta de Sidom. O que queremos dizer é que não basta sabermos que Deus conhece nossas necessidades; o mais importante é que Deus nos conheça, e a partir desse conhecimento, Se incline em nosso favor.
Acreditamos que o que Deus conhecia naquela viúva que o inspirou a socorre-la, dentre tantas outras virtudes, era a capacidade dela crer e obedecer a despeito de todas as evidências contrárias, como veremos a seguir. Têm sido assim em sua vida?
Deus Se Movia Através das Atitudes Daquela Viúva
“E ela foi e fez conforme a palavra de Elias; e assim comeu ela, e ele, e a sua casa muitos dias” - I Reis 17:15.
Estranhamente aos olhos humanos, mesmo sabendo que a viúva só mantinha um pouco de farinha e azeite para ela e seu filho, Elias insiste que o bolo seja feito primeiro para ele e depois para ela e o menino. Nos dias de hoje tal atitude do profeta poderia ser questionada como se houvesse algum interesse de se aproveitar de uma pobre viúva desamparada. Porém, dentro de um direcionamento divino Elias sabia que ao preparar o bolo e entrega-lo primeiro a ele, aquela mulher estaria liberando um processo abençoador a seu próprio favor. Como na lei da semeadura onde primeiro damos para depois recebermos, assim se daria naquela situação. “Dai, e dar-se-vos-á; boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também” – Lucas 6:38.
Se ela se apegasse àquela pequena porção de alimento como sendo sua tábua de salvação tudo acabaria ali naquela mesma hora. Mas ela decidiu olhar mais além e crer na Palavra de Deus proferida pela boca do profeta. Maravilhosamente o Senhor se moveu a partir daquela decisão e atitude promovendo avivamento, multiplicação e grande salvação, para alegria de todos.
Conclusão
Três elementos foram notórios na vida da viúva personagem da lição de hoje. Deus queria abençoa-la e promoveu uma forma de o faze-lo, enviando um profeta para ser sustentado por ela. A vida daquela mulher atraiu o olhar divino; mesmo sendo estrangeira, distinguiu-se de tantas outras viúvas de Israel. Seu ato de obediência e fé gerou um dos mais impressionantes milagres de provisão conhecidos no Antigo Testamento. “Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou; conforme a palavra do SENHOR, que ele falara pelo ministério de Elias”- I Reis 17:16.
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O Avivamento e o Propósito do Templo
Texto Bíblico: II Crônicas 29:20-36
Introdução
Depois de purificado o templo, o rei Ezequias restabeleceu nele o culto a Deus. Na verdade, o templo tinha uma função. Não bastava apenas estar limpo e purificado; ele precisava cumprir o seu propósito. Hoje veremos sobre o que se espera de um templo consagrado ao Senhor, nunca nos esquecendo de que o templo do Espírito Santo somos nós.
A Intercessão Que Aplique o Sangue de Jesus
“E trouxeram sete novilhos e sete carneiros, e sete cordeiros e sete bodes, para sacrifício pelo pecado, pelo reino, e pelo santuário, e por Judá, e disse aos filhos de Arão, os sacerdotes, que os oferecessem sobre o altar do SENHOR...E os sacerdotes os mataram, e com o seu sangue fizeram expiação do pecado sobre o altar, para reconciliar a todo o Israel; porque o rei tinha ordenado que se fizesse aquele holocausto e sacrifício pelo pecado, por todo o Israel.” - II Crônicas 29:21 e 24
1) Em Favor do Reino – O reino terreno precisa ser um canal pelo qual o Reino de Deus possa ser desfrutado pelos homens. O rei Ezequias não queria reinar segundo a força ou sabedoria humana; seu desejo era que as pessoas tivessem a certeza de que Deus mesmo estava reinando através dele. O resultado disso seria um reino de paz, justiça e segurança. Hoje devemos orar para que também seja assim o governo da nossa nação. Precisamos interceder pelos governantes e suplicar o perdão para os seus pecados, aplicando o sangue de Jesus (1 Timóteo 2:1-2).
2) Em Favor do Santuário – Qual é o santuário vivo de Deus na terra nos dias de hoje? A Igreja de Cristo Jesus. Nós somos o santuário de Deus entre os homens. Ezequias pediu os sacrifícios em favor do santuário porque este havia sido contaminado. A igreja de Cristo também precisa de intercessão em seu favor. Pecados de imoralidade, divisão, indiferença e tantos outros, têm tirado dela o seu poder e desvirtuado o seu propósito.
3) Em Favor de Judá – Nos dias de Ezequias haviam dois reinos em Israel: o reino do Sul e o do Norte. O primeiro se chamava reino de Judá e o outro reino de Israel. Ezequias era responsável pelo reino de Judá e por ele buscou interceder. Qual é o território pelo qual você é responsável direto? Sua vida pessoal, sua família, ou qualquer outro segmento do qual você tenha sido constituído responsável, essa é a sua Judá, pela qual você precisa interceder.
4) Em Favor de Todo o Israel – Apesar de não ser responsável direto pelo reino do norte, Ezequias sabia que toda a nação precisava de perdão e restauração. O avivamento acontece quando conseguimos ver além do nosso próprio território; quando começamos a nos preocupar com o todo e não somente com o que é nosso. Devemos nos identificar com a dor de outras famílias como se fosse a dor da nossa própria casa.
O Resgate da Honra Através do Louvor e da Adoração
“E pôs os levitas na casa do SENHOR com címbalos, com saltérios, e com harpas, conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do SENHOR, por mão de seus profetas. Estavam, pois, os levitas em pé com os instrumentos de Davi, e os sacerdotes com as trombetas. E Ezequias deu ordem que oferecessem o holocausto sobre o altar; e ao tempo em que começou o holocausto, começou também o canto do SENHOR, com as trombetas e com os instrumentos de Davi, rei de Israel. E toda a congregação se prostrou, quando entoavam o canto, e as trombetas eram tocadas; tudo isto até o holocausto se acabar. E acabando de o oferecer, o rei e todos quantos com ele se achavam se prostraram e adoraram. Então o rei Ezequias e os príncipes disseram aos levitas que louvassem ao SENHOR com as palavras de Davi, e de Asafe, o vidente. E o louvaram com alegria e se inclinaram e adoraram.” II Crônicas 29:25-30.
Enquanto os sacrifícios eram feitos, Ezequias ordenou que todo o povo louvasse e adorasse a Yavé. Era um resgate da honra a Deus que o povo havia abandonado por alguns anos. Os levitas, os sacerdotes, a congregação e o próprio rei, se curvaram e exaltaram Àquele que vive e reina para sempre, Aleluia! (Apocalipse 4:11).
Como ouvimos há poucos dias através do Pr. Tommy Tenney, o louvor e a adoração são as únicas coisas que ficam para Deus através de um culto. Todas as demais ministrações são a favor do homem: a pregação, o ensino, a imposição de mãos, a oração por cura e suprimento de necessidades. Mas o louvor sobe em meio a um aroma suave e agradável. A adoração enche o trono de Deus com um perfume extraordinariamente perfeito, e alegra o coração dEle. O templo, portanto, não é um lugar do qual apenas os homens se beneficiam. Deus quer se alegrar através dele e por meio daqueles que o louvam e o exaltam.
Ações de Graças Que Sejam Evidência da Nossa Fé
“Disse ainda Ezequias: Agora, vos consagrastes a vós mesmos ao Senhor; chegai-vos e trazei sacrifícios e ofertas de ações de graças à Casa do Senhor. A congregação trouxe sacrifícios e ofertas de ações de graças, e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos.” – II Crônicas 29:31
As ações de graças falam de gratidão, mas também de fé. Ezequias estava preocupado em apresentar sacrifícios que intercedessem em favor do reino, do santuário, de Judá e de todo o Israel; cuidou de resgatar através do louvor e da adoração toda a honra à Deus que havia se perdido aos olhos dos filhos de Israel; no final de tudo poderia pairar uma dúvida: Teria Deus aceitado tudo aquilo? Ele não tinha manifestado nada visível de que teria aceitado o sacrifício do povo, mas o comando de se apresentar ações de graças já fluía de uma mente convicta de que o coração de Deus havia se inclinado em favor de todos.
Assim é na nossa vida de oração. Nem sempre temos evidências de que fomos ouvidos por Deus, mas quando agradecemos por algo que ainda não vimos, demonstramos a nossa fé em um Deus que sempre nos dará o melhor, seja através do sim ou do não (Fp. 4:6).
Conclusão
Espera-se de um templo restaurado a intercessão em favor dos governantes de uma nação, em favor da igreja de Cristo, das áreas sob nossa responsabilidade direta, bem como das áreas mais abrangentes. Espera-se de um santuário purificado a restauração do louvor a Deus que esteja sempre acima dos interesses humanos. E por fim, espera-se desse lugar de adoração que se apresente sempre com ações de graças, que é a evidência de um coração agradecido e cheio de fé, pela convicção de que foi ouvido por Deus.
Introdução
Depois de purificado o templo, o rei Ezequias restabeleceu nele o culto a Deus. Na verdade, o templo tinha uma função. Não bastava apenas estar limpo e purificado; ele precisava cumprir o seu propósito. Hoje veremos sobre o que se espera de um templo consagrado ao Senhor, nunca nos esquecendo de que o templo do Espírito Santo somos nós.
A Intercessão Que Aplique o Sangue de Jesus
“E trouxeram sete novilhos e sete carneiros, e sete cordeiros e sete bodes, para sacrifício pelo pecado, pelo reino, e pelo santuário, e por Judá, e disse aos filhos de Arão, os sacerdotes, que os oferecessem sobre o altar do SENHOR...E os sacerdotes os mataram, e com o seu sangue fizeram expiação do pecado sobre o altar, para reconciliar a todo o Israel; porque o rei tinha ordenado que se fizesse aquele holocausto e sacrifício pelo pecado, por todo o Israel.” - II Crônicas 29:21 e 24
1) Em Favor do Reino – O reino terreno precisa ser um canal pelo qual o Reino de Deus possa ser desfrutado pelos homens. O rei Ezequias não queria reinar segundo a força ou sabedoria humana; seu desejo era que as pessoas tivessem a certeza de que Deus mesmo estava reinando através dele. O resultado disso seria um reino de paz, justiça e segurança. Hoje devemos orar para que também seja assim o governo da nossa nação. Precisamos interceder pelos governantes e suplicar o perdão para os seus pecados, aplicando o sangue de Jesus (1 Timóteo 2:1-2).
2) Em Favor do Santuário – Qual é o santuário vivo de Deus na terra nos dias de hoje? A Igreja de Cristo Jesus. Nós somos o santuário de Deus entre os homens. Ezequias pediu os sacrifícios em favor do santuário porque este havia sido contaminado. A igreja de Cristo também precisa de intercessão em seu favor. Pecados de imoralidade, divisão, indiferença e tantos outros, têm tirado dela o seu poder e desvirtuado o seu propósito.
3) Em Favor de Judá – Nos dias de Ezequias haviam dois reinos em Israel: o reino do Sul e o do Norte. O primeiro se chamava reino de Judá e o outro reino de Israel. Ezequias era responsável pelo reino de Judá e por ele buscou interceder. Qual é o território pelo qual você é responsável direto? Sua vida pessoal, sua família, ou qualquer outro segmento do qual você tenha sido constituído responsável, essa é a sua Judá, pela qual você precisa interceder.
4) Em Favor de Todo o Israel – Apesar de não ser responsável direto pelo reino do norte, Ezequias sabia que toda a nação precisava de perdão e restauração. O avivamento acontece quando conseguimos ver além do nosso próprio território; quando começamos a nos preocupar com o todo e não somente com o que é nosso. Devemos nos identificar com a dor de outras famílias como se fosse a dor da nossa própria casa.
O Resgate da Honra Através do Louvor e da Adoração
“E pôs os levitas na casa do SENHOR com címbalos, com saltérios, e com harpas, conforme ao mandado de Davi e de Gade, o vidente do rei, e do profeta Natã; porque este mandado veio do SENHOR, por mão de seus profetas. Estavam, pois, os levitas em pé com os instrumentos de Davi, e os sacerdotes com as trombetas. E Ezequias deu ordem que oferecessem o holocausto sobre o altar; e ao tempo em que começou o holocausto, começou também o canto do SENHOR, com as trombetas e com os instrumentos de Davi, rei de Israel. E toda a congregação se prostrou, quando entoavam o canto, e as trombetas eram tocadas; tudo isto até o holocausto se acabar. E acabando de o oferecer, o rei e todos quantos com ele se achavam se prostraram e adoraram. Então o rei Ezequias e os príncipes disseram aos levitas que louvassem ao SENHOR com as palavras de Davi, e de Asafe, o vidente. E o louvaram com alegria e se inclinaram e adoraram.” II Crônicas 29:25-30.
Enquanto os sacrifícios eram feitos, Ezequias ordenou que todo o povo louvasse e adorasse a Yavé. Era um resgate da honra a Deus que o povo havia abandonado por alguns anos. Os levitas, os sacerdotes, a congregação e o próprio rei, se curvaram e exaltaram Àquele que vive e reina para sempre, Aleluia! (Apocalipse 4:11).
Como ouvimos há poucos dias através do Pr. Tommy Tenney, o louvor e a adoração são as únicas coisas que ficam para Deus através de um culto. Todas as demais ministrações são a favor do homem: a pregação, o ensino, a imposição de mãos, a oração por cura e suprimento de necessidades. Mas o louvor sobe em meio a um aroma suave e agradável. A adoração enche o trono de Deus com um perfume extraordinariamente perfeito, e alegra o coração dEle. O templo, portanto, não é um lugar do qual apenas os homens se beneficiam. Deus quer se alegrar através dele e por meio daqueles que o louvam e o exaltam.
Ações de Graças Que Sejam Evidência da Nossa Fé
“Disse ainda Ezequias: Agora, vos consagrastes a vós mesmos ao Senhor; chegai-vos e trazei sacrifícios e ofertas de ações de graças à Casa do Senhor. A congregação trouxe sacrifícios e ofertas de ações de graças, e todos os que estavam de coração disposto trouxeram holocaustos.” – II Crônicas 29:31
As ações de graças falam de gratidão, mas também de fé. Ezequias estava preocupado em apresentar sacrifícios que intercedessem em favor do reino, do santuário, de Judá e de todo o Israel; cuidou de resgatar através do louvor e da adoração toda a honra à Deus que havia se perdido aos olhos dos filhos de Israel; no final de tudo poderia pairar uma dúvida: Teria Deus aceitado tudo aquilo? Ele não tinha manifestado nada visível de que teria aceitado o sacrifício do povo, mas o comando de se apresentar ações de graças já fluía de uma mente convicta de que o coração de Deus havia se inclinado em favor de todos.
Assim é na nossa vida de oração. Nem sempre temos evidências de que fomos ouvidos por Deus, mas quando agradecemos por algo que ainda não vimos, demonstramos a nossa fé em um Deus que sempre nos dará o melhor, seja através do sim ou do não (Fp. 4:6).
Conclusão
Espera-se de um templo restaurado a intercessão em favor dos governantes de uma nação, em favor da igreja de Cristo, das áreas sob nossa responsabilidade direta, bem como das áreas mais abrangentes. Espera-se de um santuário purificado a restauração do louvor a Deus que esteja sempre acima dos interesses humanos. E por fim, espera-se desse lugar de adoração que se apresente sempre com ações de graças, que é a evidência de um coração agradecido e cheio de fé, pela convicção de que foi ouvido por Deus.
O Avivamento e o Vale de Cedrom
Texto Bíblico: II Crônicas 29:16
Introdução
Todo avivamento tem de passar pelo Vale de Cedrom. Trata-se de um lugar em Israel relacionado também ao Ribeiro de Cedrom, começando ao norte de Jerusalém, passando pelo monte do Templo e pelo monte das Oliveiras em direção ao Mar Morto, depois de atravessar o deserto da Judéia. Por ali, homens de Deus tiveram de passar, realizando feitos que geraram avivamento para toda a nação.
1. Os Levitas e o Vale de Cedrom – Purificação.
“E os sacerdotes entraram na casa do SENHOR, para a purificar, e tiraram para fora, ao pátio da casa do SENHOR, toda a imundícia que acharam no templo do SENHOR; e os levitas a tomaram, para a levarem para fora, ao ribeiro de Cedrom”
II Crônicas 29:16
Conforme a lição da semana passada, o rei Ezequias convocou os levitas para começarem a obra de purificação do templo. Eles prontamente atenderam e se empenharam em procurar ali tudo o que não deveria estar naquele lugar sagrado. Tiraram para fora toda imundícia e a levaram para o ribeiro de Cedrom.
O Vale ou Ribeiro de Cedrom representa o lugar onde somos purificados, para onde levamos a imundícia do templo. Nós somos o templo do Espírito Santo (I Corintios 6:19). Se queremos ver o avivamento em nossos dias precisamos visitar o Vale de Cedrom, depositando ali todas as nossas impurezas.
2. Davi e o Vale de Cedrom – Quebrantamento.
“E toda a terra chorava a grandes vozes, passando todo o povo; também o rei passou o ribeiro de Cedrom, e passou todo o povo na direção do caminho do deserto.”
II Samuel 15:23.
Quebrantar significa “quebrar”, “abater”, “tornar fraco”. A experiência acima é do rei Davi que está sendo vítima da rebelião de seu próprio filho, Absalão, que usurpa o trono do pai. Davi não reage, apenas se quebranta diante de Deus. Qual a razão? Ele sabia que no fundo, o pecado dele cometido há muitos anos, mais cedo ou tarde, traria suas conseqüências. A revolta do próprio filho naqueles dias era uma indesejável colheita de adultério e homicídio cometidos por Davi no passado (II Samuel 11).
Nessas horas não adianta guerrear contra Satanás, ou lutar contra as circunstâncias. O melhor caminho é o quebrantamento. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmos 51:17).
3. Asa e o Vale de Cedrom – Zelo.
“E até a Maaca, sua mãe, removeu para que não fosse rainha, porquanto tinha feito um horrível ídolo a Asera; também Asa desfez o seu ídolo horrível, e o queimou junto ao ribeiro de Cedrom.” I Reis 15:13
Yavé (nosso Deus) se revelou como Deus Zeloso: “Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do SENHOR é Zeloso; é um Deus zeloso.” Êxodo 34:14. No caso acima, o rei Asa não somente destruiu o ídolo horrível que servia de tropeço para Israel, queimando-o junto ao ribeiro de Cedrom, como removeu do trono sua própria mãe, responsável pelo ídolo.
Portanto, o Vale de Cedrom também é lugar onde se queimam os ídolos do coração e se removem do trono até mesmo pessoas importantes para nós, mas que não podem ser mais importantes do que Deus. O Zelo do Senhor não permite que pai, mãe, filho, esposa ou qualquer outra pessoa ocupe o lugar dEle na vida de um discípulo Seu (Mateus 10:37).
4. Jesus e o Vale de Cedrom – Entrega.
“TENDO Jesus dito isto, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto, no qual ele entrou e seus discípulos.” João 18:1
O homem mais importante da história também passou pelo Vale de Cedrom e foi mais além. Caminhando com os discípulos até o Getsêmani, ali entregou ao Pai tudo o que tinha, até o seu último e desesperado desejo: “E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.” (Mateus 26:39).
Veja que interessante: Jesus foi com os discípulos para além do ribeiro de Cedrom... chegando no Getsêmani, foi um pouco mais para diante... Será que o Senhor não está nos desafiando a irmos para um pouco mais adiante dos nossos limites? Uma entrega verdadeira e genuína sempre demandará um passo a mais, ou quantos forem necessários.
Conclusão
Você já chegou ao Vale de Cedrom, purificando-se dos seus pecados? Já conheceu o Vale do quebrantamento, onde não se luta, mas se inclina-se enfraquecido diante de Deus? Já visitou o Vale de Cedrom, onde se quebram os ídolos e se coloca Jesus como Senhor, mesmo acima da própria família? Já seguiu com Jesus para além do ribeiro de Cedrom onde se entrega tudo o que têm? Sem passar por esse vale não há avivamento.
Introdução
Todo avivamento tem de passar pelo Vale de Cedrom. Trata-se de um lugar em Israel relacionado também ao Ribeiro de Cedrom, começando ao norte de Jerusalém, passando pelo monte do Templo e pelo monte das Oliveiras em direção ao Mar Morto, depois de atravessar o deserto da Judéia. Por ali, homens de Deus tiveram de passar, realizando feitos que geraram avivamento para toda a nação.
1. Os Levitas e o Vale de Cedrom – Purificação.
“E os sacerdotes entraram na casa do SENHOR, para a purificar, e tiraram para fora, ao pátio da casa do SENHOR, toda a imundícia que acharam no templo do SENHOR; e os levitas a tomaram, para a levarem para fora, ao ribeiro de Cedrom”
II Crônicas 29:16
Conforme a lição da semana passada, o rei Ezequias convocou os levitas para começarem a obra de purificação do templo. Eles prontamente atenderam e se empenharam em procurar ali tudo o que não deveria estar naquele lugar sagrado. Tiraram para fora toda imundícia e a levaram para o ribeiro de Cedrom.
O Vale ou Ribeiro de Cedrom representa o lugar onde somos purificados, para onde levamos a imundícia do templo. Nós somos o templo do Espírito Santo (I Corintios 6:19). Se queremos ver o avivamento em nossos dias precisamos visitar o Vale de Cedrom, depositando ali todas as nossas impurezas.
2. Davi e o Vale de Cedrom – Quebrantamento.
“E toda a terra chorava a grandes vozes, passando todo o povo; também o rei passou o ribeiro de Cedrom, e passou todo o povo na direção do caminho do deserto.”
II Samuel 15:23.
Quebrantar significa “quebrar”, “abater”, “tornar fraco”. A experiência acima é do rei Davi que está sendo vítima da rebelião de seu próprio filho, Absalão, que usurpa o trono do pai. Davi não reage, apenas se quebranta diante de Deus. Qual a razão? Ele sabia que no fundo, o pecado dele cometido há muitos anos, mais cedo ou tarde, traria suas conseqüências. A revolta do próprio filho naqueles dias era uma indesejável colheita de adultério e homicídio cometidos por Davi no passado (II Samuel 11).
Nessas horas não adianta guerrear contra Satanás, ou lutar contra as circunstâncias. O melhor caminho é o quebrantamento. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus.” (Salmos 51:17).
3. Asa e o Vale de Cedrom – Zelo.
“E até a Maaca, sua mãe, removeu para que não fosse rainha, porquanto tinha feito um horrível ídolo a Asera; também Asa desfez o seu ídolo horrível, e o queimou junto ao ribeiro de Cedrom.” I Reis 15:13
Yavé (nosso Deus) se revelou como Deus Zeloso: “Porque não te inclinarás diante de outro deus; pois o nome do SENHOR é Zeloso; é um Deus zeloso.” Êxodo 34:14. No caso acima, o rei Asa não somente destruiu o ídolo horrível que servia de tropeço para Israel, queimando-o junto ao ribeiro de Cedrom, como removeu do trono sua própria mãe, responsável pelo ídolo.
Portanto, o Vale de Cedrom também é lugar onde se queimam os ídolos do coração e se removem do trono até mesmo pessoas importantes para nós, mas que não podem ser mais importantes do que Deus. O Zelo do Senhor não permite que pai, mãe, filho, esposa ou qualquer outra pessoa ocupe o lugar dEle na vida de um discípulo Seu (Mateus 10:37).
4. Jesus e o Vale de Cedrom – Entrega.
“TENDO Jesus dito isto, saiu com os seus discípulos para além do ribeiro de Cedrom, onde havia um horto, no qual ele entrou e seus discípulos.” João 18:1
O homem mais importante da história também passou pelo Vale de Cedrom e foi mais além. Caminhando com os discípulos até o Getsêmani, ali entregou ao Pai tudo o que tinha, até o seu último e desesperado desejo: “E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres.” (Mateus 26:39).
Veja que interessante: Jesus foi com os discípulos para além do ribeiro de Cedrom... chegando no Getsêmani, foi um pouco mais para diante... Será que o Senhor não está nos desafiando a irmos para um pouco mais adiante dos nossos limites? Uma entrega verdadeira e genuína sempre demandará um passo a mais, ou quantos forem necessários.
Conclusão
Você já chegou ao Vale de Cedrom, purificando-se dos seus pecados? Já conheceu o Vale do quebrantamento, onde não se luta, mas se inclina-se enfraquecido diante de Deus? Já visitou o Vale de Cedrom, onde se quebram os ídolos e se coloca Jesus como Senhor, mesmo acima da própria família? Já seguiu com Jesus para além do ribeiro de Cedrom onde se entrega tudo o que têm? Sem passar por esse vale não há avivamento.
Por Onde Passa Um Avivamento
Texto Bíblico: II Crônicas 29:1-11
Introdução
O Rei Ezequias foi instrumento para um dos maiores avivamentos da história de Israel. Nada, porém, acontece por acaso. Algumas medidas foram por ele adotadas, e até mesmo por outras pessoas que serviram de canal de Deus para que uma grande obra pudesse ser realizada. O avivamento passa:
Ezequias era filho de Abia, filha de Zacarias. Todos eles eram piedosos e tementes a Deus. A transmissão da Palavra de pai para filho garantiu o avivamento futuro. Portanto, o avivamento nasce no contexto de família. Na verdade, foi de pai para filha no caso de Zacarias para Abia, e de mãe para filho, no caso de Abia para Ezequias; porque o pai de Ezequias foi um homem ímpio que desagradou a Deus. Porém, a atitude temente da mãe produziu uma revolução espiritual no coração do filho, mais forte do que a influência pecaminosa do pai.
“Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade.” – Salmo 127:4. Investir na vida dos nossos filhos pode garantir a salvação de toda uma nação. Se eles são flechas, então temos a responsabilidade de posicioná-los na direção correta.
2) Pela Busca de Um Referencial Excelente – v. 2
“E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme a tudo quanto fizera Davi, seu pai.”
- II Crônicas 29:2
Veja que a Bíblia diz que Ezequias fez o que era reto aos olhos de Deus, conforme tudo quanto fizera seu pai Davi. Sabemos que Ezequias não era filho diretamente de Davi, e sim da sua linhagem. No caso de outros reis, Jotão, por exemplo, em II Crônicas 27:2, a Palavra fala que ele fez o que era reto aos olhos de Deus conforme tudo quanto fizera seu pai Uzias, que era realmente o seu pai legítimo. O que quero dizer é que Ezequias buscou se espelhar no melhor referencial que ele tinha, Davi, de uma vez que seu pai, Acaz, havia sido um rei ímpio.
Em quem estamos nos espelhando, ou a quem escolhemos como nosso referencial? Quais têm sido as virtudes que conseguimos identificar nas pessoas, e com que intensidade temos trabalhado para vê-las impressas em nosso caráter?
3) Pelo estabelecimento das prioridades corretas – v. 3
“Ele, no primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da casa do SENHOR, e as reparou.”- II Crônicas 29:3
Note: “no primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da casa do Senhor, e as reparou”. Ezequias sabia da importância do templo e que toda a nação dependia da restauração daquele lugar. Portanto, a primeira coisa a que se dedicou a fazer no primeiro ano e primeiro mês de seu reinado foi abrir as portas do templo e as reparar. Restaurou os ofícios sacerdotais dos levitas e ordenou a purificação do templo. O estabelecimento das prioridades voltadas ao templo, garantiu um grande avivamento.
Sabemos que o templo material do passado era apenas um símbolo do templo atual. O de ontem era de pedra, o de hoje é de carne. Nós somos o templo do Espírito Santo (1 Co. 6:19). Assim como Ezequias descobriu que deveria purificar o templo, lançando dele toda a imundícia, para que então a nação fosse restaurada, da mesma forma, quando purificamos o nosso interior das maldades, das ambições egoístas, da cobiça e de toda sorte de vestígios pecaminosos, veremos a bênção de Deus se desencadeando diante dos nossos olhos.
Conclusão
O Rei Ezequias foi um instrumento poderoso para o estabelecimento de uma nova fase na história de Israel. O recebimento dos princípios divinos através de sua mãe e a determinação de priorizar o resgate da espiritualidade do povo, tendo como referencial seu ancestral Davi, contribuíram grandemente para a mudança de um contexto de idolatria e de indiferença para com Deus.
Introdução
O Rei Ezequias foi instrumento para um dos maiores avivamentos da história de Israel. Nada, porém, acontece por acaso. Algumas medidas foram por ele adotadas, e até mesmo por outras pessoas que serviram de canal de Deus para que uma grande obra pudesse ser realizada. O avivamento passa:
1) Pela Transmissão dos Princípios de Deus de Pai Para Filho – v. 1
“TINHA Ezequias vinte e cinco anos de idade, quando começou a reinar, e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abia, filha de Zacarias.” - II Crônicas 29:1
“TINHA Ezequias vinte e cinco anos de idade, quando começou a reinar, e reinou vinte e nove anos em Jerusalém; e era o nome de sua mãe Abia, filha de Zacarias.” - II Crônicas 29:1
Ezequias era filho de Abia, filha de Zacarias. Todos eles eram piedosos e tementes a Deus. A transmissão da Palavra de pai para filho garantiu o avivamento futuro. Portanto, o avivamento nasce no contexto de família. Na verdade, foi de pai para filha no caso de Zacarias para Abia, e de mãe para filho, no caso de Abia para Ezequias; porque o pai de Ezequias foi um homem ímpio que desagradou a Deus. Porém, a atitude temente da mãe produziu uma revolução espiritual no coração do filho, mais forte do que a influência pecaminosa do pai.
“Como flechas na mão do guerreiro, assim os filhos da mocidade.” – Salmo 127:4. Investir na vida dos nossos filhos pode garantir a salvação de toda uma nação. Se eles são flechas, então temos a responsabilidade de posicioná-los na direção correta.
2) Pela Busca de Um Referencial Excelente – v. 2
“E fez o que era reto aos olhos do SENHOR, conforme a tudo quanto fizera Davi, seu pai.”
- II Crônicas 29:2
Veja que a Bíblia diz que Ezequias fez o que era reto aos olhos de Deus, conforme tudo quanto fizera seu pai Davi. Sabemos que Ezequias não era filho diretamente de Davi, e sim da sua linhagem. No caso de outros reis, Jotão, por exemplo, em II Crônicas 27:2, a Palavra fala que ele fez o que era reto aos olhos de Deus conforme tudo quanto fizera seu pai Uzias, que era realmente o seu pai legítimo. O que quero dizer é que Ezequias buscou se espelhar no melhor referencial que ele tinha, Davi, de uma vez que seu pai, Acaz, havia sido um rei ímpio.
Em quem estamos nos espelhando, ou a quem escolhemos como nosso referencial? Quais têm sido as virtudes que conseguimos identificar nas pessoas, e com que intensidade temos trabalhado para vê-las impressas em nosso caráter?
3) Pelo estabelecimento das prioridades corretas – v. 3
“Ele, no primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da casa do SENHOR, e as reparou.”- II Crônicas 29:3
Note: “no primeiro ano do seu reinado, no primeiro mês, abriu as portas da casa do Senhor, e as reparou”. Ezequias sabia da importância do templo e que toda a nação dependia da restauração daquele lugar. Portanto, a primeira coisa a que se dedicou a fazer no primeiro ano e primeiro mês de seu reinado foi abrir as portas do templo e as reparar. Restaurou os ofícios sacerdotais dos levitas e ordenou a purificação do templo. O estabelecimento das prioridades voltadas ao templo, garantiu um grande avivamento.
Sabemos que o templo material do passado era apenas um símbolo do templo atual. O de ontem era de pedra, o de hoje é de carne. Nós somos o templo do Espírito Santo (1 Co. 6:19). Assim como Ezequias descobriu que deveria purificar o templo, lançando dele toda a imundícia, para que então a nação fosse restaurada, da mesma forma, quando purificamos o nosso interior das maldades, das ambições egoístas, da cobiça e de toda sorte de vestígios pecaminosos, veremos a bênção de Deus se desencadeando diante dos nossos olhos.
Conclusão
O Rei Ezequias foi um instrumento poderoso para o estabelecimento de uma nova fase na história de Israel. O recebimento dos princípios divinos através de sua mãe e a determinação de priorizar o resgate da espiritualidade do povo, tendo como referencial seu ancestral Davi, contribuíram grandemente para a mudança de um contexto de idolatria e de indiferença para com Deus.
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